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sábado, 18 de dezembro de 2010
“O Vaticano não é rico”
Arquivado em: Entrevistas — Prof. Felipe Aquino at 9:03 pm on quarta-feira, janeiro 6, 2010
A riqueza do Vaticano não pode ser analisada em termos absolutos, mas comparada com os outros Estados; nesse sentido é o menor orçamento entre as nações.
Entrevista com John L. Allen Jr, vaticanista, é o correspondente da NCR. Alguns dados retirados da entrevista:
O orçamento anual do Vaticano é de US$ 300 milhões; 50% deste orçamento vem de doações; a avaliação das propriedades do Vaticano deveria se aproximar dos US$ 500 milhões; nos Estados Unidos, a Universidade de Notre Dame – tem um orçamento operativo de mais de US$ 1 bilhão - isto é, pode financiar o Vaticano três vezes.
Entrevista com John L. Allen Jr.
A reportagem é de Andrew Chernin, publicado na revista “Qué pasa” e no sítio “Religión Digital”, 31-10-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Como a Igreja e a Santa Sé se financiam?
O orçamento anual do Vaticano é de US$ 300 milhões. Basicamente, eles têm três fontes de renda: a primeira são as doações de igrejas locais e conferências de bispos em todo o mundo. As paróquias são obrigadas a entregar dinheiro às dioceses, e as dioceses são obrigadas a entregar dinheiro para o Vaticano.
Qual é a segunda?
Os investimentos. Em 1929, a nova República italiana pagou ao Vaticano uma enorme quantia por todas as propriedades que ela lhe havia confiscado. Essa quantidade, que hoje seriam de várias centenas de milhões de dólares, foi investida em uma carta de investimentos de bônus e ações que ainda existe e que, a cada ano, entrega renda ao Vaticano.
Resta a última.
O Vaticano é dono de cerca de 700 propriedades, principalmente em Roma, mas também em toda a Itália. Muitas delas são arrendadas a companhias e a pessoas, como lojas ou departamentos. Então, a cada ano, há dinheiro que chega por esse caminho.
Isso é suficiente?
Todo ano, em geral, eles andam muito apertados com esse orçamento, e não se sabe se ganharão o suficiente para pagar os gastos do Vaticano.
Falo das doações. São muito fundamentais?
Cobrem 50% do orçamento anual. As outras duas contribuem com 25% cada.
Em quanto estão avaliadas as propriedades?
O Vaticano diz que seu patrimônio, que inclui bens raízes, chega a US$ 770 milhões. O grosso dessa cifra são as propriedades. Então, no total, a avaliação deveria se aproximar dos US$ 500 milhões.
Eles estão com números vermelhos ou azuis?
Desde o final da década de 70 até o começo dos 90, eles estavam com números vermelhos quase todos os anos. Depois, chegou um cardeal norte-americano de Detroit encarregado da operação financeira, que era conhecido por ser alguém habilidoso com o dinheiro. Ele corrigiu o déficit, e eles obtiveram números azuis por vários anos. A partir daí, veio uma crise financeira, e voltaram a ter números vermelhos, mesmo que o déficit não tenha sido muito grande. Em geral, a Igreja não obtém excedentes significativos.
Então não se poderia dizer que a Igreja é rica.
Eu colocaria desta forma: o orçamento operativo da Igreja é de US$ 300 milhões. Nos Estados Unidos, a Universidade de Notre Dame – que é a maior universidade católica do país – tem um orçamento operativo de mais de US$ 1 bilhão. Isto é, pode financiar o Vaticano três vezes. O patrimônio do Vaticano – quase US$ 800 milhões – é semelhante ao que é entregue às organizações sem fins lucrativos dos Estados Unidos como doação. Meu ponto é que, se medirmos pelos padrões das organizações sem fins lucrativos, o Vaticano não é particularmente rico. O que acontece é que, diferentemente das organizações sem fins lucrativos – em que o item que absorve mais capital é o pagamento de salários –, no Vaticano, a maioria dos “empregados” são sacerdotes ou freiras que ou não recebem salário ou paga-se-lhes o mínimo. Essa é a forma pela qual o Vaticano pode manter as coisas andando com um orçamento que, no mundo das organizações sem fins lucrativos, seria considerado bastante modesto.
Qual é o departamento encarregado das finanças da Santa Sede?
A Prefeitura dos Assuntos Econômicos.
Como ela funciona?
Um cardeal – Sergio Sebastiani – é o presidente emérito. Ele tem uma junta de consultores. Além disso, existe um conselho de cardeais que assessora a Prefeitura na administração financeira. Esse conselho, por sua vez, tem uma junta de consultores que são profissionais financeiros, especialistas em investimentos etc.
Que perfil tem a pessoa que chega a esse cargo?
O Papa o nomeia. Quase sempre é um bispo italiano veterano que tem reputação de saber lidar com o dinheiro. Informalmente, se subentende que deve ser italiano porque há muita interação com o sistema bancário desse país.
Como você descreveria a atual gestão?
São imensamente conservadores. Fazem investimentos de muito baixo risco. Sei que, muitas vezes, foi frustrante para os cardeais que proveem especialmente dos Estados Unidos e da Europa, porque a Santa Sé demora em adotar algumas das práticas básicas para a administração e investimentos que são usadas em outras partes do mundo. Eles publicam um balanço financeiro anual. Mas não é divulgado. Não há uma auditoria independente das finanças. Ao longo dos anos, muitos cardeais queixaram-se privadamente comigo de que obteriam melhores retornos de investimento se pudessem atrair pessoas externas que tomassem decisões responsáveis, mas ligeiramente mais audazes.
O problema passa pela modernização, então.
É preciso entender que isso é o Vaticano. O problema de fundo, acredito, é que se trata de uma instituição cuja aproximação ao dinheiro é pré-moderna.
Em que sentido pré-moderna?
Anterior às práticas modernas de contabilidade. Que não se sente cômoda com estratégias de investimento do século XXI. Estamos falando de uma aproximação ao dinheiro que se formou na Alta Idade Média. No entanto, estão lidando com católicos de todo o mundo, que têm sim altas expectativas enquanto a transparência, gestão e responsabilidade
sábado, 4 de dezembro de 2010
Santidade e Namoro
Os jovens tem muitas dúvidas a respeito do namoro, por exemplo: qual a idade certa para começar a namorar? Para essa pergunta poderiam surgir varias respostas, já que os jovens estão começando a namorar cada vez mais cedo, talvez pelo incentivo da mídia ou por cobrança dos amigos .
Mas a verdade é que não existe idade certa para namorar, o importante é saber o porque você deseja namorar. Um namoro, de forma alguma, pode ser um mero passa tempo ou uma "aventura" ou porque você não quer ficar sozinho, mas tem que ser um tempo de conhecimento.
Um jovem só está pronto para o namoro quando ele começa a pensar em casamento. Isso mesmo! Em casamento! Mesmo que ele esteja longe. Nada tem sentido sem uma meta.
E, quando falamos em conhecimento, nos referimos ao descobrimento dos sentimentos de um pelo outro e não o conhecimento físico, pois o namoro não é lugar de viver uma vida sexual.
Devemos saber jovem, que o ato sexual é algo belo e criado por Deus, para ser vivido exclusivamente no casamento, entenda o sexo não é pecado, mas, se for realizado fora ou antes do casamento se torna pecado.
E ainda o sexo imaturo traz várias conseqüências como: gravidez indesejada, um possível aborto, risco de contrair doenças, fora o trauma que pode acompanhar tanto a mulher como o homem para a vida toda.
No namoro não existe ainda um compromisso “até que a morte os separe” é por isso que o sexo não pode ser vivido no namoro nem no noivado. Se você apanhar e comer uma fruta ainda verde, ela vai fazer mal a você, e se estragará. Se você viver a vida sexual antes do casamento, você só terá problemas e não alegrias.
São Paulo nos ensina: “a mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence a seu marido. E também o marido não pode dispor de seu corpo ele pertence a sua esposa”. (1 cor 7,4) Paulo não diz que o corpo da namorada pertence ao namorado e nem que o corpo do noivo pertence a noiva a união sexual só tem sentido dentro do casamento.
É POSSÍVEL VIVER A CASTIDADE NO NAMORO MESMO COM TODO O MUNDO DIZENDO O CONTRÁRIO E COM VALORES TOTALMENTE OPOSTOS DA VONTADE DE DEUS.
Lembre-se, você é amado por Deus e tem grande valor, e hoje Ele te convida a viver segundo a Sua vontade, sendo santo como Ele é.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Novelas aumentam divórcios no Brasil!
05/01/2010
Novelas aumentam divórcios no Brasil!
Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) sugere uma ligação entre as populares novelas da TV Globo e um aumento no número de divórcios no Brasil nas últimas décadas.
Na pesquisa, foi feito um cruzamento de informações extraídas de censos nos anos 70, 80 e 90 e dados sobre a expansão do sinal da Globo – cujas novelas chegavam a 98% dos municípios do país na década de 90. Segundo os autores do estudo, Alberto Chong e Eliana La Ferrara, "a parcela de mulheres que se separaram ou se divorciaram aumenta significativamente depois que o sinal da Globo se torna disponível" nas cidades do país.
Além disso, a pesquisa descobriu que esse efeito é mais forte em municípios menores, onde o sinal é captado por uma parcela mais alta da população local.
Instrução
Os resultados sugerem que essas áreas apresentaram um aumento de 0,1 a 0,2 ponto percentual na porcentagem de mulheres de 15 a 49 anos que são divorciadas ou separadas.
"O aumento é pequeno, mas estatisticamente significativo", afirmou Chong.
Os pesquisadores vão além e dizem que o impacto é comparável ao de um aumento em seis vezes no nível de instrução de uma mulher. A porcentagem de mulheres divorciadas cresce com a escolaridade.
O enredo das novelas freqüentemente inclui críticas a valores tradicionais e, desde os anos 60, uma porcentagem significativa das personagens femininas não reflete os papéis tradicionais de comportamento reservados às mulheres na sociedade.
Foram analisadas 115 novelas transmitidas pela Globo entre 1965 e 1999. Nelas, 62% das principais personagens femininas não tinham filhos e 26% eram infiéis a seus parceiros.
Nas últimas décadas, a taxa de divórcios aumentou muito no Brasil, apesar do estigma associado às separações. Isso, segundo os pesquisadores, torna o país um "caso interessante de estudo".
Segundo dados divulgados pela ONU, os divórcios pularam de 3,3 para cada 100 casamentos em 1984 para 17,7 em 2002.
"A exposição a estilos de vida modernos mostrados na TV, a funções desempenhadas por mulheres emancipadas e a uma crítica aos valores tradicionais mostrou estar associada aos aumentos nas frações de mulheres separadas e divorciadas nas áreas municipais brasileiras", diz a pesquisa.
Fonte:BBC
POSTADO POR: ALESSANDRO
Novelas aumentam divórcios no Brasil!
Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) sugere uma ligação entre as populares novelas da TV Globo e um aumento no número de divórcios no Brasil nas últimas décadas.
Na pesquisa, foi feito um cruzamento de informações extraídas de censos nos anos 70, 80 e 90 e dados sobre a expansão do sinal da Globo – cujas novelas chegavam a 98% dos municípios do país na década de 90. Segundo os autores do estudo, Alberto Chong e Eliana La Ferrara, "a parcela de mulheres que se separaram ou se divorciaram aumenta significativamente depois que o sinal da Globo se torna disponível" nas cidades do país.
Além disso, a pesquisa descobriu que esse efeito é mais forte em municípios menores, onde o sinal é captado por uma parcela mais alta da população local.
Instrução
Os resultados sugerem que essas áreas apresentaram um aumento de 0,1 a 0,2 ponto percentual na porcentagem de mulheres de 15 a 49 anos que são divorciadas ou separadas.
"O aumento é pequeno, mas estatisticamente significativo", afirmou Chong.
Os pesquisadores vão além e dizem que o impacto é comparável ao de um aumento em seis vezes no nível de instrução de uma mulher. A porcentagem de mulheres divorciadas cresce com a escolaridade.
O enredo das novelas freqüentemente inclui críticas a valores tradicionais e, desde os anos 60, uma porcentagem significativa das personagens femininas não reflete os papéis tradicionais de comportamento reservados às mulheres na sociedade.
Foram analisadas 115 novelas transmitidas pela Globo entre 1965 e 1999. Nelas, 62% das principais personagens femininas não tinham filhos e 26% eram infiéis a seus parceiros.
Nas últimas décadas, a taxa de divórcios aumentou muito no Brasil, apesar do estigma associado às separações. Isso, segundo os pesquisadores, torna o país um "caso interessante de estudo".
Segundo dados divulgados pela ONU, os divórcios pularam de 3,3 para cada 100 casamentos em 1984 para 17,7 em 2002.
"A exposição a estilos de vida modernos mostrados na TV, a funções desempenhadas por mulheres emancipadas e a uma crítica aos valores tradicionais mostrou estar associada aos aumentos nas frações de mulheres separadas e divorciadas nas áreas municipais brasileiras", diz a pesquisa.
Fonte:BBC
POSTADO POR: ALESSANDRO
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Origem do piercing
Origem do piercing
Existe uma longa história sobre o body piercing e seus diversos significados por todo mundo. Historiadores afirmam que há mais de 2000 anos, algumas clãs e tribos já usavam apetrechos para furar a pele em cerimoniais carregados de simbolismos, com conotações espirituais, sexuais, estéticas e de rituais de passagem e costume. A moda do piercing ganhou força com o movimento Hippie dos anos 60 e 70, conquistando jovens adeptos à prática do sadomasoquismo, que viram no adorno uma nova forma de exaltar o corpo e as suas zonas erógenas. Chegou à Inglaterra com o movimento Punk e nos Estado Unidos com o movimento gay nos anos 80 e 90, chamando a atenção de todo o planeta com o casamento entre o primitivo e o moderno.
O piercing e as questões espirituais
Se o cristão deve ou não usar piercing, tem sido motivo de muita discussão entre os Cristão. “O que noto hoje em dia é que o piercing virou um acessório como outro qualquer e com certeza dentro de alguns anos será comum. A igreja vive dentro de um contexto social dinâmico e sofre contextualização nos seus costumes, conforme a cultura onde ela está plantada. Mas a doutrina em que está fundamentada foi construída por princípios bíblicos imutáveis: Qualquer moda ou costume não pode ferir os seus fundamentos.
Eu vos exorto, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus: é este o vosso culto espiritual. Romanos 12,1
Os jovens da igreja de hoje estão se deixando influenciar pelo modismo do mundo. Alguns dizem que é necessário para evangelizar as pessoas, outros dizem que a igreja precisa mostrar que não é radical e ainda escutamos diversos absurdos. Esse texto traz como tema principal o Piercing. Esta indumentária para o corpo surgiu na Índia há bastante tempo. Sua função é trazer mais um adorno, uma diferenciação, uma certa forma de beleza estética. Mas para quê fazer isso?
Todos os Piercings indianos são dedicados a deuses e/ou ídolos regionais e territoriais. A partir do momento que você coloca um Piercing em seu corpo você está sujeito a uma atuação demoníaca, mesmo que você não queira ou não saiba que isso vai acontecer. O diabo não está nem um pouco interessado em saber qual é a sua intenção, ele não quer saber se você sabe ou não o significado do que você está fazendo; ele apenas usa suas artimanhas para se apoderar da sua vida.
Portanto, vou explicar um pouco dos significados dos Piercings nas partes do corpo mais comumente utilizadas para sua colocação, segundo estudos feitos por Cristãos (não foi citada uma fonte segura quanto a origem desses argumentos, mas há uma grande correlação com as partes do corpo na quais eles são colocados e seu reflexo no mundo espiritual, visto que as partes do corpo citadas abaixo têm uma influência muito grande na vida das pessoas, na área da fala, visão, gestação, sexualidade, sensualidade e outras, além de denotarem os chamados "chacras energéticos").
Nariz: O Piercing colocado no nariz significa DOMÍNIO e seu sentido no mundo espiritual é uma distorção do caráter e um direcionamento que causam rebeldia e uma autoconfiança muito exacerbada. É aonde está o odor, ou seja, o odor de santidade que nos estar sendo roubada.
Sobrancelhas: O Piercing nas sobrancelhas dá vazão para um APRISIONAMENTO DA MENTE, causando um bloqueio na mente de quem os usa. Para essas pessoas nada tem grande importância principalmente na vida espiritual.
Orelhas: O Piercing nas orelhas, muito comum, significa APRISIONAMENTOS EM ÁREAS ESPECÍFICAS do corpo, podendo ser bloqueio do sistema nervoso, sistema simpático e sistema parassimpático. As pessoas que os usam podem sofrer de problemas na coluna, útero, alterações de libido e personalidade e, também, alterações genitais.
Umbigo: Um dos piercings que estão mais na "moda" é colocado no umbigo. Este está na área destinada a ALIMENTAÇÃO. Serve como um local de canalização de espíritos satânicos no corpo de quem os usa. Ele representa a exposição do corpo, visto que as pessoas que os usam gostam de deixá-los à mostra.
Lábios: O Piercing nos lábios significa um DOMÍNIO NA FALA; assim como o que é colocado na gengiva. As pessoas que os usam estão propensas a ter insegurança nessa área, dificuldades para uma boa comunicação, etc. Seu significado na vida dessas pessoas é como de um cabresto e pode ser representado na forma de gagueira. A diferença entre o colocado nos lábios e o que é colocado na gengiva, é que o segundo representa a LUXÚRIA.
Órgãos Genitais: O Piercing nos órgãos genitais traz como significação principal a PROSTITUIÇÃO. Ele pode causar um estímulo intra-uterino para atuação de espíritos nessa área causando esterilidade e outros problemas nas mulheres e, também, nos homens. Ele trás uma atuação na área da prostituição na vida das pessoas que o utilizam.
Bem, significa que todas as pessoas que você vir com esses tipos de piercings estarão manifestando esses sintomas que foram ditos? Não, nem sempre. Mas digo que no mundo espiritual elas estão aprisionadas de alguma forma por essas marcas que elas carregam no corpo. Pois está escrito que "Não farão os sacerdotes calva na cabeça, e não raparão os cantos da barba, nem farão lacerações na sua carne". (Levíticos 21:5) E também: "Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos; nem no vosso corpo imprimireis qualquer marca. Eu sou o Senhor." (Levíticos 19:28.)
Está escrito claramente na Palavra do Senhor que qualquer tipo de marca ou laceração (que não seja feita com um direcionamento do Senhor) na pele, não O agrada. Portanto,como piercings e tatoo são marcas ou lacerações, podemos concluir que não agradam ao Pai. Um dos motivos dele ser colocado: preencher a falta de algum vazio dessa pessoa, que precisa de um "chamativo" para ser vista pela sociedade, quando na verdade o que ela precisa mesmo é de buscar mais de Deus em alguma área da sua vida para preencher esse vazio.
Agora que já sabe que alterações no santuário do Espírito Santo não agradam ao Senhor, você pode optar por ser abençoado(a) e abundar na graça e na unção do Pai. O Senhor é um Deus de amor e quer sempre o melhor para Seus filhos e nunca vai querer que nenhum de nós se perca por causa as armadilhas de satanás. Somos mais que vencedores em Cristo Jesus!!!
Existe uma longa história sobre o body piercing e seus diversos significados por todo mundo. Historiadores afirmam que há mais de 2000 anos, algumas clãs e tribos já usavam apetrechos para furar a pele em cerimoniais carregados de simbolismos, com conotações espirituais, sexuais, estéticas e de rituais de passagem e costume. A moda do piercing ganhou força com o movimento Hippie dos anos 60 e 70, conquistando jovens adeptos à prática do sadomasoquismo, que viram no adorno uma nova forma de exaltar o corpo e as suas zonas erógenas. Chegou à Inglaterra com o movimento Punk e nos Estado Unidos com o movimento gay nos anos 80 e 90, chamando a atenção de todo o planeta com o casamento entre o primitivo e o moderno.
O piercing e as questões espirituais
Se o cristão deve ou não usar piercing, tem sido motivo de muita discussão entre os Cristão. “O que noto hoje em dia é que o piercing virou um acessório como outro qualquer e com certeza dentro de alguns anos será comum. A igreja vive dentro de um contexto social dinâmico e sofre contextualização nos seus costumes, conforme a cultura onde ela está plantada. Mas a doutrina em que está fundamentada foi construída por princípios bíblicos imutáveis: Qualquer moda ou costume não pode ferir os seus fundamentos.
Eu vos exorto, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus: é este o vosso culto espiritual. Romanos 12,1
Os jovens da igreja de hoje estão se deixando influenciar pelo modismo do mundo. Alguns dizem que é necessário para evangelizar as pessoas, outros dizem que a igreja precisa mostrar que não é radical e ainda escutamos diversos absurdos. Esse texto traz como tema principal o Piercing. Esta indumentária para o corpo surgiu na Índia há bastante tempo. Sua função é trazer mais um adorno, uma diferenciação, uma certa forma de beleza estética. Mas para quê fazer isso?
Todos os Piercings indianos são dedicados a deuses e/ou ídolos regionais e territoriais. A partir do momento que você coloca um Piercing em seu corpo você está sujeito a uma atuação demoníaca, mesmo que você não queira ou não saiba que isso vai acontecer. O diabo não está nem um pouco interessado em saber qual é a sua intenção, ele não quer saber se você sabe ou não o significado do que você está fazendo; ele apenas usa suas artimanhas para se apoderar da sua vida.
Portanto, vou explicar um pouco dos significados dos Piercings nas partes do corpo mais comumente utilizadas para sua colocação, segundo estudos feitos por Cristãos (não foi citada uma fonte segura quanto a origem desses argumentos, mas há uma grande correlação com as partes do corpo na quais eles são colocados e seu reflexo no mundo espiritual, visto que as partes do corpo citadas abaixo têm uma influência muito grande na vida das pessoas, na área da fala, visão, gestação, sexualidade, sensualidade e outras, além de denotarem os chamados "chacras energéticos").
Nariz: O Piercing colocado no nariz significa DOMÍNIO e seu sentido no mundo espiritual é uma distorção do caráter e um direcionamento que causam rebeldia e uma autoconfiança muito exacerbada. É aonde está o odor, ou seja, o odor de santidade que nos estar sendo roubada.
Sobrancelhas: O Piercing nas sobrancelhas dá vazão para um APRISIONAMENTO DA MENTE, causando um bloqueio na mente de quem os usa. Para essas pessoas nada tem grande importância principalmente na vida espiritual.
Orelhas: O Piercing nas orelhas, muito comum, significa APRISIONAMENTOS EM ÁREAS ESPECÍFICAS do corpo, podendo ser bloqueio do sistema nervoso, sistema simpático e sistema parassimpático. As pessoas que os usam podem sofrer de problemas na coluna, útero, alterações de libido e personalidade e, também, alterações genitais.
Umbigo: Um dos piercings que estão mais na "moda" é colocado no umbigo. Este está na área destinada a ALIMENTAÇÃO. Serve como um local de canalização de espíritos satânicos no corpo de quem os usa. Ele representa a exposição do corpo, visto que as pessoas que os usam gostam de deixá-los à mostra.
Lábios: O Piercing nos lábios significa um DOMÍNIO NA FALA; assim como o que é colocado na gengiva. As pessoas que os usam estão propensas a ter insegurança nessa área, dificuldades para uma boa comunicação, etc. Seu significado na vida dessas pessoas é como de um cabresto e pode ser representado na forma de gagueira. A diferença entre o colocado nos lábios e o que é colocado na gengiva, é que o segundo representa a LUXÚRIA.
Órgãos Genitais: O Piercing nos órgãos genitais traz como significação principal a PROSTITUIÇÃO. Ele pode causar um estímulo intra-uterino para atuação de espíritos nessa área causando esterilidade e outros problemas nas mulheres e, também, nos homens. Ele trás uma atuação na área da prostituição na vida das pessoas que o utilizam.
Bem, significa que todas as pessoas que você vir com esses tipos de piercings estarão manifestando esses sintomas que foram ditos? Não, nem sempre. Mas digo que no mundo espiritual elas estão aprisionadas de alguma forma por essas marcas que elas carregam no corpo. Pois está escrito que "Não farão os sacerdotes calva na cabeça, e não raparão os cantos da barba, nem farão lacerações na sua carne". (Levíticos 21:5) E também: "Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos; nem no vosso corpo imprimireis qualquer marca. Eu sou o Senhor." (Levíticos 19:28.)
Está escrito claramente na Palavra do Senhor que qualquer tipo de marca ou laceração (que não seja feita com um direcionamento do Senhor) na pele, não O agrada. Portanto,como piercings e tatoo são marcas ou lacerações, podemos concluir que não agradam ao Pai. Um dos motivos dele ser colocado: preencher a falta de algum vazio dessa pessoa, que precisa de um "chamativo" para ser vista pela sociedade, quando na verdade o que ela precisa mesmo é de buscar mais de Deus em alguma área da sua vida para preencher esse vazio.
Agora que já sabe que alterações no santuário do Espírito Santo não agradam ao Senhor, você pode optar por ser abençoado(a) e abundar na graça e na unção do Pai. O Senhor é um Deus de amor e quer sempre o melhor para Seus filhos e nunca vai querer que nenhum de nós se perca por causa as armadilhas de satanás. Somos mais que vencedores em Cristo Jesus!!!
domingo, 22 de agosto de 2010
Virgindade um dom explicitamente cristão
Afetividade e Sexualidade
o amor crescer.
A+A-
Quando falamos de afetividade, mostramos a relação que pode existir entre homem e mulher - é a 'relação' - afetiva; onde tanto o homem como a mulher vão buscar sua afetividade juntos. Vão dar início a um novo processo de amar e de ser afetivamente unido em particular, ela é só do casal sem intromissão de ninguém.
Ser afetivo é deixar amar-se; o homem conquista a mulher e ela por sua vez se deixar conquistar pelo homem, faz-se assim um laço de afetividade. Este laço não pode ser quebrado, pois é momento de entrega e principalmente de conhecimento afetivo. O laço é quebrado com a traição, desconfiança, desamor e as demais coisas que hoje a nossa sociedade apresenta através dos MCS (Meios de Comunicação Sociail), as novelas de televisão nos mostra a traição (adultério) como uma coisa normal que pode acontecer com qualquer casal, os jovens se identificam com a TV, e automaticamente se identificam com o adultério da TV. É 'fácil demais'.
Assim nossa afetividade dá lugar a paixão que atualmente leva os jovens a se entregarem a sociedade mundana que 'está na moda'.
Devido à tantas formas de nos afastarmos da afetividade é que devemos lutar com toda a nossa força para reconquistar e cada vez mais vivenciá-la em nossas vidas. Deixar tudo o que é do mundo, e procurar as coisas que vem de Deus. Dizer um 'basta' as vontades próprias e se entregar a Jesus.
Somos criaturas feitas de amor, com amor e para amar (cf. Jo 4,16).
Deus nos mostra o novo nascimento do amor, da relação afetiva. A afetividade vem trazer a sexualidade, é uma necessidade que se for dada continuidade resultará em uma sexualidade de amor, e não uma sexualidade de puro sexo, atravessamos a sexualidade e chegamos a genitalidade e esquecemos que a afetividade traz a sexualidade, no tempo certo, e dai irá a genitalidade, pois Deus é o criador, o homem tem a tarefas de procriação, que foi dada por Deus. O amor é a chave de uma vida jovem no Espírito. 'Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, sou como bronze que soa, ou como címbalo que retine' (I Cor 13,1).
Nisto existe pessoas que acreditam que o amor pode se desgastar com o tempo, pela falta de atitudes amorosas e afetivas. É verdade que assumir logo de início as atitudes de casal - relações sexuais, vida em comum - tem como efeito impedir muitas vezes o aprofundamento do amor, interromper sua construção, viciar a sua verificação. O amor não é só o fogo do sentimento, não é só um flash de uma paixão. O amor é um fogo que é um fogo. 'O Amor é mais forte do que a morte; O fogo ardente do amor é uma chama divina! Toda água dos oceanos não seria suficiente para apagar o fogo do AMOR' (ct 8,6).
O sacramento do matrimônio dá esta capacidade de renovar o amor bebendo da fonte que é o amor.
Temos que valorizar a vida, a vida matrimonial, temos que trabalhar nossos jovens sobre a importância e a beleza de um matrimônio sadio e bem feito e ver os frutos desta criação que Deus-Pai nos deu, é uma graça maravilhosa a que Deus coloca nas mãos do homem.
Temos que ter uma juventude para Jesus, se isso significar ser santo, é a santidade que teremos que buscar, precisamos de jovens santos, de famílias santas, de amor, namoro e casamentos SANTOS. Santos para Deus para podermos entregar para Jesus e dizer: Toma, Senhor, nosso coração é teu, único e exclusivamente TEU.
O homem foi criado por Deus com uma carência afetiva, o homem vai precisar da mulher, uma companheira, uma pessoa que resolveu deixar tudo para viver com ele. Muitas das vezes esta carência pode tornar-se doentia, daí tem origem o ciúme, o desinteresse pelo casamento, ou sua continuidade.
Podemos assim fazer uma relação com o matrimônio, noivado e namoro, isto é, um mal casamento é reflexo de um mal noivado, e um mal noivado é resultado de um mal namoro. O namoro de jovens deve ser santo, suas atitudes serão santas, construindo assim uma nova vida de jovens renovados no Espírito de jovens transformados, e essa atitude de transformação provém da criação.
O grande problema dos jovens no namoro é ultrapassar o 'sinal vermelho', temos que ter um limite de chegada, pois é a falta desse limite que encontramos jovens ainda não maduros na frente de famílias, que encontramos um alto índice de prostituição, de menores carentes, de jovens que fogem de casa revoltados com seus pais. Ultrapassar o 'sinal vermelho' é dar um tiro na vida, na vida nova que Jesus nos convida a assumir e a ter convicção no que afirmamos, dar esse tiro na vida significa selar a entrada a santidade no corpo, no amor e nas feridas abertas não cicatrizadas.
O homem tem carências afetivas, mas isso não quer dizer que começaremos a brincar com os sentimentos dos outros, brincar com o sexo e abusar dele fazendo o que bem entender.
A afetividade é amor, puro e de maneira santa, somos chamados por Deus a santidade (I Ts 4, 7-8) mas sim a uma nova vida no Espírito, temos que exercitar um namoro santo, a Igreja precisa de jovens santos, para com eles se tornarem verdadeiros santos.
Carência afetiva é uma necessidade, o uso indevido dela torna um pecado e impureza para o Nosso Deus.
A maturidade é sinal de que caminhamos na estrada certa, que evoluímos ao projeto de Cristo, a imaturidade é sinal de que decaímos no oceano da desilusão e atravessamos a linha imaginária do pensamento não evolutivo, para o pensamento não-involutivo, seria um sinal a saída pós-maturidade do jovem a vida que o mundo oferece, aos prazeres sociais que hoje conquistaram todos os extremos do mundo.
Por fim, a maturidade é sinal de responsabilidade, ser responsável em estar com o outro respeitando, isso faz o amor crescer, ter responsabilidade tão qual a de um marido com sua esposa, a maturidade e o grau que temos que buscar como jovens que querem ser santos, que querem servir a Deus como Santos hoje, na sociedade, na escola, na rodinha de amigos, ser santos, esta é a palavra chave de nosso grito. Queremos ser santos hoje. Nossa plena maturidade é alcançarmos a maturidade psicológica, física e de atitudes.
Fonte: http://www.geocities.com/heartland/canyon/3468
sábado, 21 de agosto de 2010
O TERCEIRO SEGREDO DE FÁTIMA
O TERCEIRO SEGREDO DE FÁTIMA
A Virgem contou a Lúcia: "Vê minha filha, eu dei para o mundo o que contecerá entre os anos 1950-2001. Os homens não estão pondo em os Mandamentos que Nosso Pai nos deu. O demônio está dirigindo o mundo, semeando ódio e discórdia em todos lugares. Os homens fabricaram armas mortais que destruirão o mundo em minutos, a metade da humanidade será horrorosamente destruída. a guerra começará. Deus permitirá que todos os fenômenos naturais, como a fumaça, o granizo, o frio, o fogo, as inundações, os terremotos, desatres terríveis e os invernos extremamente frios acabem pouco a pouco com a Terra. Estas coisas acontecerão antes de 2002. Para aqueles que não querem acreditar ainda há tempo, pratiquem a caridade. quem não amar o seu próximo como o meu Filho os tem amado, estes NAÕ PODEM SOBREVIVER. Eles quererão ter morrido, milhões destes perderão a vida em segundos. A classe de castigos que estão em frente a nós,na Terra, é inimaginável, e eles virão, não há nenhuma> dúvida. Nosso Senhor castigará duramente a quem não crê nele, aos que o
rejeitam, e àqueles que não tiveram tempo para Ele. Eu chamo a todos que venham para meu Filho Jesus Cristo; Deus é ajuda para o mundo, mas todo aquele que não der testemunho de fidelidade e lealdade, este será destruído e de forma pior."
O padre Agustín que reside em Fátima, diz que o Papa Paulo VI lhe
deu permissão de visitar a irmã Lúcia, já que ela é monja de clausura,
e não pode sair ou receber visitas. O padre Agustín contou que ela o
recebeu de coração partido e lhe falou: - ''Padre, Nossa Senhora está muito triste porque ninguém se interessou pela profecia dela em 1917; assim os bons têm que caminhar por uma estrada estreita e deste modo, os maus vão por uma estrada larga que os leva diretamente à destruição; e me acredite Padre, o castigo virá muito logo. Muitas almas podem perder-se e muitas nações desaparecerão da Terra. Mas, a pesar de tudo isso, se os homens meditarem, rezarem e levarem a término ações boas, o mundo poderá ser salvo. Caso contrário, se os homens insistirem em suas maldades, o mundo se perderá para sempre".
Já chegou o tempo para todos de transcrever a mensagem de Nossa Senhora para seus familiares, seus amigos, para os amigos deles e o mundo inteiro, de começar a rezar, de fazer penitência e de sacrificar-se. Nós estamos a cerca de um minuto do último dia e a catástrofe se aproxima. Devido a isso, muitos que estão afastados se voltarão aos braços da Igreja Católica. Inglaterra, Rússia, China, os protestantes e os judeus. Todos regressarão, adorarão e crerão em Deus, em seu Filho Jesus Cristo e em sua mãe, a Santíssima Virgem Maria.
Mas o que nós devemos esperar?
Em todos lugares se fala de paz e tranqüilidade, mas o castigo
virá. : UM HOMEM EM UMA POSIÇÃO MUITO ALTA SERÁ ASSASSINADO E ISTO CAUSARÁ A GUERRA. UMA ARMADA PODEROSA CAMINHARÁ ATRAVÉS DA EUROPA E A GUERRA NUCLEAR COMEÇARÁ. Esta guerra destruirá tudo, a escuridão cairá sobre nós durante 72 horas (três dias). A terceira parte que sobreviverá a estas 72 horas de escuridão e sacrifício, começará a viver em uma era nova, serão as pessoas boas. Em uma noite muito fria, 10 minutos antes da meia-noite, UM GRANDE TERREMOTO sacudirá a Terra durante 8 horas. Este será o terceiro sinal que Deus é quem governa a terra. Os bons, aqueles que propagarem esta mensagem, segundo a profecia da Virgem de Fátima, não DEVEM TEMER, não TENHAM nenhum medo.
O QUE FAZER?
Se ajoelhe e peça perdão a Deus. Não deixe a sua casa e não deixe ninguém estranho entrar. Porque só o bom não estará em poder do mal e sobreviverá à catástrofe. De forma que você possa se preparar e permanecer com vida, como meus filhos que são, lhes darei os seguintes sinais: A NOITE SERÁ MUITO FRIA; SOPRARÃO VENTOS FORTES; HAVERÁ ANGÚSTIA E EM POUCO TEMPO COMEÇARÁ O TERREMOTO, TREMERÁ A TERRA. Em sua casa, feche portas e janelas e não fale com ninguém que não esteja em sua casa. Não olhe para fora, não seja curioso, porque esta é a ira do Senhor. Acenda velas benditas, porque por três dias nenhuma outra luz acenderá. O movimento da terra será tão violento que moverá aTerra 23 graus; depois ela regressará a sua posição normal. Então uma
escuridão absoluta e total que cobrirá a Terra inteira virá. Todo espírito maligno andará solto, fazendo muito mal as almas que não quiseram escutar estamensagem e para aqueles que não quiseram arrepender-se. As almas fiéis lembrem-se de acender as velas santificadas, preparar um altar sagrado
com um crucifixo para comunicar-se com Deus, e Lhe implorar sua infinita misericórdia. Tudo estará escuro, uma grande Cruz Mística aparecerá no céu, lembrando o precioso preço que o Seu Filho pagou pela nossa redenção. Na casa a única coisa que poderá dar luz são as VELAS SANTIFICADAS de cera, que uma vez acesas nada poderá apagar até que terminem os três dias de escuridão. Também devem ter ÁGUA BENTA que aspergirão pela casa inteira, em especial nas portas e janelas. O Senhor
protegerá a propriedade dos eleitos. Ajoelhem-se diante da cruz poderosa meu divino Filho, rezem o Rosário e depois que cada Ave Maria digam o seguinte:
- "OH DEUS, PERDOAI NOSSOS PECADOS, SALVANDO-NOS DO FOGO DO INFERNO E LEVE PARA O CÉU TODAS AS ALMAS, ESPECIALMENTE AQUELAS MAIS NECESSITADAS DE TUA MISERICÓRDIA. OH VIRGEM MARIA, PROTEGEI-NOS, NÓS A AMAMOS, SALVA-NOS, SALVA O MUNDO."
- REZEM 5 CREIOS E O ROSÁRIO QUE É O SEGREDO DE MEU CORAÇÃO IMACULADO.
Aqueles que acreditam nas minhas palavras, levem essas mensagens aos demais. NÃO DEVERÃO TEMER NADA NO GRANDE DIA DO SENHOR. Falem com todas as almas agora, enquanto ainda há tempo; os que permanecem calados agora serão responsáveis por esse grande número de almas que se perderão pela ignorância. Quando a terra já não tremer, aqueles que ainda não crerem em Nosso Senhor morrerão horrivelmente. O vento trará gás e o espalhará por toda a parte, não sairá o sol. Pode ser que você viva depois desta catástrofe. Não esqueça que o castigo de Deus é Sagrado e que, uma vez começado, não devem olhar para fora, por qualquer razão, já que Deus não quer que nenhum de seu filhos veja quando castigar esses pecadores.
Tudo isso está nas Escritas Sagradas, veja no Novo Testamento: Lucas Capítulo 21, versos 5:11, 12:19, 20:20, 29:33.- Carta de S. Paulo Capítulo 3, 8-14). - O profeta Isaías (cap.40 ,1: 5: 9).
Deve-se entender que Deus permite que tudo isso aconteça. O Papa e os Bispos estão esperando outra mensagem que falará de arrependimento e de oração.
Lembre-se sempre que a palavra de Deus não é uma ameaça, mas uma boa notícia''.
Por favor, reproduza esta folha e envie isto a quem você conhece de forma que todos nós tenhamos oportunidade para nos arrepender e sobreviver. Nós não sabemos se aqueles que estão recebendo esta mensagem acreditam ou não Nele, mas pense que se Deus permite que chegue a eles é porque os quer, seja qual for sua religião. Se você não acredita nesta mensagem, pelo menos envie isto para outros, não lhe custa nada, de forma que aqueles que acreditarem, tenham uma oportunidade para decidir por si mesmos.
Lembre-se de que tudo isso pode ser evitado se colocar-mos em
prática os Dez Mandamentos que Nosso Senhor nos deu. São 10 coisas tão simples que se TODOS nós puséssemos em prática, poderíamos obter o perdão.
* A irmã Lúcia, faleceu em 11 de fevereiro de 2005. Desde os anos 20, dizia-se que essa profecia seria cumprida após a morte de Irmã Lúcia.
domingo, 18 de julho de 2010
Como a Espiritualidade Feminista Está Transformando Negativamente a Igreja
Como a Espiritualidade Feminista Está Transformando Negativamente a Igreja
“O Deus feminino vai se transformar. Nós, mulheres… transformaremos tanto o mundo que não haverá mais lugar para o Deus masculino.” [Naomi Goldenberg, em Changing of the Gods: Feminism and the End of Traditional Religions (A Troca dos Deuses: o Feminismo e o Fim das Religiões Tradicionais). A doutora Naomi é Professora Titular do Departamento de Estudos Clássicos e Estudos Religiosos da universidade de Ottawa no Canadá.
"A religião e a cultura estão sempre mudando, sempre se transformando... Somos as transformadoras e criadoras das nossas próprias tradições religiosas e culturais." [Seminário "Mulheres, Religião e Cultura", Conferência da ONU Sobre a Mulher, em Pequim].
A luta de Peggy parecia interminável. Ela queria estar perto de Deus, mas raramente sentia sua presença. Ela queria que seu filho adolescente amasse a Deus, mas os pôsteres ocultistas no quarto dele tornaram-se lembretes diários das orações não respondidas. Ela se filiou a um ministério cristão, mas mesmo assim não conseguiu alcançar uma relação satisfatória com Deus. Após certo tempo, deixou o ministério para voltar à faculdade.
Peggy me procurou alguns anos mais tarde e me disse que começava a se encontrar. Sua busca a levou para além das vozes familiares que haviam dado “respostas convenientes” às suas questões espirituais. O Deus bíblico não parecia mais relevante ou benevolente. Uma professora da faculdade havia sido especialmente importante em sua jornada rumo ao autodescobrimento. Essa professora e conselheira chamava a si mesma de bruxa — alguém que acredita no poder de fórmulas e rituais mágicos para invocar o poder das forças espirituais.
Alguns anos se passaram. Quando me procurou novamente, ela havia se separado do marido e se mudado.
- Precisava me encontrar. Minha jornada espiritual abriu meus olhos para todo um novo paradigma”, explicou.
- Um novo paradigma?”
- Sim. Uma nova forma de ver Deus e a mim mesma — e tudo o mais. É como nascer de novo.”
- Quem é Jesus Cristo para você agora?”, perguntei.
- Ele é um símbolo de redenção. Não rejeitei a Bíblia, mas estou apenas tentando fazer minha experiência espiritual do meu jeito. Tenho de ouvir minha própria voz e não deixar que outra pessoa faça as escolhas por mim. Enquanto isso, estou disposta a viver em confusão e mistério, e sinto que estou nas mãos de Deus, independente de Deus ser ele, ou ela.”
A jornada dela soa familiar? Como milhões de outras pessoas, Peggy anseia por uma espiritualidade prática, um senso de identidade, uma comunidade de seguidores que pensem de forma semelhante, e um Deus que ela possa sentir. Ela se recorda de versos bíblicos significativos, mas eles perderam a autoridade como diretrizes.
Ela se indaga por que Deus não é mais tolerante e de mente aberta. Afinal de contas, ele é o Deus de amor, não é? Talvez uma divindade feminina fosse mais misericordiosa, compreensiva e relevante para as mulheres. Talvez seja tempo de ir além das antigas restrições da verdade bíblica, rumo ao reino ilimitado dos sonhos, das visões e do autodescobrimento.
Multidões já foram. As antigas e esparsas jornadas em experiências da Nova Era tornaram-se uma larga avenida cultural rumo a uma espiritualidade autoproduzida. Muitas mulheres que participam de igrejas fluíram para esses caminhos místicos, e adaptaram suas antigas crenças às visões mais “inclusivas” de hoje. Afinal, disseram-lhes, a paz em um mundo pluralista exige uma visão mais aberta de todas as religiões e culturas.
Aquelas que concordam estão encontrando inúmeros caminhos para a “sabedoria” e a capacitação individual por meio de livros, revistas e novas formas de grupos femininos. Elas se reúnem em igrejas tradicionais, na YWCA (Associação Cristã de Moças), em retiros, em salas de estar… em qualquer lugar. Aqui, novas palavras e idéias estranhas — como “engramas”, re-imaginação, Círculos de Sofia, consciência global e “massa crítica” — oferecem fórmulas modernas para a transformação espiritual. Terapeutas, mentoras e diretoras espirituais prometem “locais seguros” em que as interessadas poderão descobrir sua própria verdade, aprender novos rituais, opinar sobre as experiências umas das outras e libertar-se das antigas regras e limitações.
Esse movimento está transformando nossas igrejas bem como nossa cultura. Ele atinge toda família que lê jornais, assiste televisão e envia seus filhos às escolas públicas. Ele está transformando as escolas cristãs e levando rapidamente nossa cultura para além do cristianismo e do humanismo, rumo a novos valores e crenças globais. Ninguém está imune às suas pressões sutis e aos seus estímulos silenciosos. O fato de ele se associar às outras mudanças sociais e movimentos globais apenas acelera a transformação. Entretanto, a maioria dos cristãos — como o sapo colocado na bacia com água fria levada ao fogo brando — ainda não percebeu o que está acontecendo.
As máscaras da deusa
A busca espiritual requer novas divindades ou uma redefinição das antigas divindades. A transformação inicia consigo mesma, dizem algumas, e as mulheres não podem se reinventar até que rompam as antigas amarras. Portanto, a busca por uma religião “mais relevante” requer novas visões de Deus e de sua verdade: imagens que troquem a santidade pela tolerância, o celestial pelo terreno e o Deus que está acima de nós por um deus que seja cada um de nós.
As imagens mais sedutoras são femininas. Elas podem parecer como os anjos dos cartões postais, fadas-madrinha, deusas gregas terrenas, sacerdotisas radiantes da Nova Era, ou mesmo uma Maria mítica, mas todas prometem amor incondicional, paz, poder e transcendência pessoal. Elas vão de imagens benignas que parecem cristãs às divindades míticas do paganismo popular:
Anjos
Terry usa um broche de anjo em sua jaqueta. Ela acredita que os estimados anjos de hoje em dia ofereçam todo tipo de ajuda, direção e encorajamento pessoal. Embora Deus lhe pareça distante e impessoal, ela conta com seu anjo particular para ajudá-la e amá-la. Ela me mostrou um jogo de cartas de anjos em uma prateleira em sua loja de presentes. “Que esse anjo da guarda possa… lhe dar esperança e vigor para enfrentar cada novo amanhecer”, sugeria um cartão de amizade, que vinha com um broche de um anjinho dourado. Com esse tipo de ajuda, Terry não sente necessidade de Jesus.
Sofia
“Sofia, Deus Criador, que teu leite e mel manem… Inunda-nos com teu amor…” entoaram mais de 2000 mulheres reunidas na Conferência da Reimaginação de 1993, em Minnesota. “Celebramos a vida sensual que nos dás… Celebramos nossa corporeidade… as sensações de prazer, nossa unidade com a terra e com a água”, prosseguiu uma das líderes. Representando as grandes denominações, as mulheres vieram da Igreja Presbiteriana dos EUA (cerca de 400 mulheres), da Igreja Metodista Unida (cerca de 400), da Igreja Luterana Evangélica da América (313), da Igreja Unida de Cristo (144), e das igrejas batista, episcopal e Igreja dos Irmãos (cerca de 150). Cerca de 230 eram católicas romanas. Para a maioria dessas adoradoras, Sofia simboliza a sabedoria interna e “a imagem feminina do Divino”. Alegre, permissiva e sensual, ela “tornou-se a mais nova febre entre as mulheres das igrejas progressistas.”
Mãe Terra
Para preparar as meninas escoteiras para uma cerimônia regional de “iniciação na vida adulta”, a líder utiliza imagens orientadas para alterar suas consciências e ajudá-las a visualizar uma “bela mulher” — uma expressão personalizada da Mãe Terra — que será seu espírito-guia por toda a vida. Cada menina pode livremente imaginar a manifestação espiritual que quiser ou acolher o espírito que aparecer, seja ele qual for.
Uma deusa
Sharon cresceu em um lar cristão. Desapontada com a fria resposta de sua igreja às suas preocupações com o meio ambiente, ela se voltou para a feitiçaria. Como seu conciliábulo aceita qualquer expressão panteísta, Sharon simplesmente transferiu aquilo que gostava em Deus para a sua imagem autoproduzida da deusa. Ela descreve seu substituto feminino de Deus como um ser amável e não julgador que preenche toda a criação com sua vida sagrada. Ocasionalmente, essa deusa aparece para Sharon e a reveste com uma luz brilhante e uma presença agradável.
Essas e incontáveis outras mulheres compartilham duas visões radicais: o cristianismo tradicional, com suas restrições bíblicas, está ultrapassado, e novos panoramas ilimitados de emoções e dons espirituais estão em alta. Vale tudo — exceto a verdade e os padrões absolutos de Deus. O amplo guarda-chuva da espiritualidade feminista abrange todas as religiões pagãs do mundo, mas a versão mais sedutora são as atuais distorções populares do cristianismo. A maioria das seguidoras simplesmente recolhe e mistura as “melhores partes” de diversas tradições — suas visões do amor universal de Deus, a filosofia panteísta que está por trás da medicina holística, a meditação budista, a ioga hindu, as “buscas espirituais” dos índios americanos — e então as trazem de volta às igrejas “abertas” e “tolerantes” de hoje.
Portais para a deusa
Lori foi criada por pais cristãos dedicados, porém quando sua professora no colegial a incentivou a explorar diversas tradições espirituais — até mesmo a criar sua própria religião — ela alegremente aceitou o desafio. Fascinada com a combinação neopagã da autora Lynn Andrews do xamanismo dos índios americanos com a espiritualidade da deusa, Lori encomendou de um catálogo uma tenda indígena, armou-a em seu quintal e a utilizou para realizar rituais à luz de velas inspirados pela Wicca (magia branca). Como a maioria dos pagãos contemporâneos, ela aprendeu a misturar diversas tradições em uma expressão pessoal que se ajusta à sua própria busca por poder e “sabedoria interior”.
Beth, uma estudante de Pedagogia e Filosofia, seguiu o mesmo caminho, mas escolheu uma combinação ligeiramente diferente. Durante um almoço na lanchonete da faculdade outro dia, ela me contou que duas estimadas professoras de um colégio supostamente cristão a levaram à feitiçaria e ao lesbianismo.
Eu não fiquei surpresa. Naquela época já sabia que um número exorbitante de mulheres pagãs escolheram a sala de aula como plataforma para ampliar sua fé e transformar nossa cultura. Como o restante de nós, elas desejam construir um mundo melhor — que reflita suas crenças e valores.
Enquanto Beth falava, observei o pingente que ela estava usando. O pentagrama dourado e a voluptuosa miniatura da deusa em uma corrente ao redor do pescoço diziam muito sobre seus valores. Assim também os brincos: dois enormes triângulos rosa apontando para baixo, um antigo símbolo da deusa, bem como um moderno símbolo do lesbianismo.
“- E esse seu pingente? As pessoas sabem o que o pentáculo e os triângulos simbolizam? Elas criticam você por usar uma miniatura da deusa?”
Ela riu. “- Não, não. Aqui, todos são tolerantes com os estilos de vida dos outros; ninguém ousaria dizer alguma coisa.”
Refleti sobre essa afirmação. O que significa ser tolerante — ou intolerante — hoje em dia? Se a intolerância for a postura autocentrada, que despreza as pessoas com valores “diferentes”, ela é errada. Jesus Cristo sempre demonstrou amor e compaixão em relação às mulheres excluídas e maltratadas de seu tempo. No entanto, ele nunca concordou com estilos de vida destrutivos ou com ações que ameaçassem os demais. O que aconteceria com uma cultura que tolerasse tudo? Como essa tolerância afetaria a igreja? Como podemos preparar nossos filhos e netos para resistirem a todas as novas alternativas ao nosso amado Senhor?
Os Caminhos Imutáveis de Deus.
Esta e outras questões cruciais são discutidas no livro A Twist of Faith, de Berit Kjos. Cada capítulo estuda uma frase da oração que Jesus ensinou aos discípulos, e depois mostra como essa mensagem está sendo virada do avesso pela espiritualidade feminista. Seguindo esse modelo, exploramos os principais mitos que estão impulsionando o atual ressurgimento pagão, e as verdades mais essenciais que nos trazem de volta à intimidade com Deus.
Para as mulheres que buscam novas direções, rostos femininos para Deus e uma imagem melhor de si mesmas, o caminho da espiritualidade feminista pode parecer brilhante e promissor. Entretanto, como Peggy, muitas se encontram nas profundezas da confusão e da solidão espiritual assim que a euforia inicial acaba. Algumas ficam presas numa espiral espiritual descendente e da qual não conseguem escapar. Quando já é tarde demais, elas se encontram imersas na opressão e na confusão, em vez de obterem amor e paz.
Uma irmandade global de militantes feministas iradas está ascendendo ao poder
A Conferência Mundial das Nações Unidas Sobre a Mulher, em Pequim, na China, deu uma amostra de sua influência. Ela deu às líderes ordens de marcha destinadas a revolucionar nossos lares, escolas, igrejas, serviços sociais, a sociedade civil e a cultura. Se o movimento feminista receber aquilo que exige, ninguém escapará de sua influência global. Os cristãos norte-americanos enfrentarão o tipo de ódio que trouxe as massas perseguidas às nossas fronteiras, mas não haverá lugar para se esconder além de Cristo.
Conforme observamos essas transformações à luz da sua palavra, Deus nos ajuda a compreender essa crise e a nos prepararmos para o conflito vindouro. Quando confiamos nele e contamos com suas promessas, ele não apenas nos mantém espiritualmente ilesos em um mundo cada vez mais hostil, mas também nos mostra um contentamento e uma vitória apenas possíveis para aqueles que ousam enfrentar a realidade, recusam a contemporização e concentram suas mentes em seguir o sumo pastor das ovelhas.
Muitos caminhos diferentes e distantes do cristianismo estão levando inúmeras pessoas para o reino do Cristo da Nova Era. O feminismo radical é apenas um dos principais caminhos, voltado especificamente para as mulheres da sociedade ocidental. Somente Deus sabe quantas mulheres foram atraídas por essa mentalidade feminista da deusa Mãe Terra, da Nova Era. No entanto, todas as mulheres que foram atraídas por essa filosofia e essa cosmovisão sedutoras precisam compreender que estão caminhando diretamente para os braços do Anticristo!
As igrejas cristãs liberais caíram profundamente nessa mentalidade, especialmente igrejas de denominações protestantes tradicionais. Todas as mulheres que caíram nessa armadilha precisam se dar conta da situação em que se encontram, parar, arrepender-se de seus pecados, e retornar ao Salvador. Como Deus prometeu:
“Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para as vossas almas; mas eles dizem: Não andaremos nele.” [Jeremias 6:16].
Fonte: Cutting Edge
Igreja Católica deixa de perder fiéis
Igreja Católica deixa de perder fiéis, aponta pesquisa
44% dos moradores da grande Vitória se declaram católicos
A Assembleia de Deus deixou de conquistar adeptos e agrega 12% da população
A igreja Batista tem 5% da população e a Maranata também tem 5%
A igreja Católica deixou de perder fiéis. De acordo com pesquisa realizada pela Futura, 44% dos moradores da Grande Vitória se dizem católicos, um índice que se manteve estável nos últimos três anos, depois de perdas sucessivas entre 2004 e 2007. Mesmo com a perda de fiéis, a igreja Católica é majoritária, quatro vezes maior que a religião que está em segundo lugar em número de fiéis - a Assembleia de Deus, que tem 12% da população da Grande Vitória.
A Assembleia de Deus, igreja que mais cresceu na Grande Vitória nos últimos anos, deixou de conquistar adeptos nos últimos 12 meses. De acordo com a pesquisa, a Assembleia de Deus - igreja calcada no protestantismo pentecostal - agrega hoje 12% da população, enquanto no ano passado eram 13%. Mesmo assim se manteve como a segunda religião, depois do catolicismo, com maior número de fieis na região. Há seis anos eram 8%. Na terceira posição há um epate técnico entre Batistas e Maranatas que dividem os números de seguidores. A igreja Batista tem 5% da população e a Maranata também tem 5%.
A pesquisa mostra ainda que a igreja Católica e a Assembleia de Deus têm seguidores com perfis bem distintos. Os católicos majoritariamente moram em Vitória, têm boa escolaridade e renda elevada, já os fiéis da Assembleia de Deus moram principalmente em Cariacica (ES) e Serra (ES), são pouco escolarizados e de baixa renda. O espiritismo cristão tem grande penetração entre pessoas com elevada escolaridade e alta renda.
Participação
A maioria dos moradores da Grande Vitória que professa alguma religião não costuma fazer trabalhos religiosos. A pesquisa mostra que 66% deles não fazem trabalhos, embora frequentem missas e cultos. Nem mesmo eventos e encontros promovidos pelas igrejas têm grande público. 11% vão a encontros de jovens de suas igrejas; outros 7% participam de círculos de oração; 6% participam de reunião e outros vão a congressos; e 5% participam de encontros de casais, retiros espirituais ou evangelização. 22% disseram que não participam de qualquer evento ou encontro de suas igrejas.
Existe destino?
A pesquisa da Futura sobre a religiosidade dos moradores da Grande Vitória mostra ainda que as religiões têm um grande impacto sobre as forma das pessoas verem a vida. 97% acreditam na existência de Deus ou alguma força superior, independentemente se professam religiões cristãs ou não e 85% acreditam em milagres, ou seja, em manipulações divinas sem explicação científica.
A força das religões é tamanha que a população se divide entre acreditar que a vida é sucessão de escolhas pessoais ou fruto do destino previamente estabelcido por forças superiores. 49% acreditam que a vida está nas mãos de cada um e se desenrola conforme a sua própria escolha e 43% acham que o destino de cada um já está traçado por forças divinas. Em 2008, 56% da população acreditava que a vida está traçada pelo destino e hoje 43% pensam assim. Em contrapartida, 32% achavam, há dois anos, que a vida segue por caminhos escolhidos por decisão individual, hoje são 49%. Ou seja, as pessoas estão deixando de esperar que forças divinas conduzam suas vidas e partindo para a luta.
Publicador por: André Morais
sexta-feira, 11 de junho de 2010
MULHER?MODESTA!
Por C.J. Mahaney
Como são as roupas simples e modestas? 1Tm. 2:9 nos fala: "Da mesma sorte, que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso.”
Para entender melhor este versículo, vamos voltar atrás, para o tempo da igreja primitiva. Tinha havido algumas distúrbios surpreendentes nas reuniões da igreja ultimamente e Paulo estava escrevendo a Timóteo “para que. . . fiques ciente de como se deve proceder na casa de Deus, que é a Igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade.” (1Tm.3:15).
Claramente algumas pessoas não estavam se comportando de maneira digna da igreja do Deus vivo, necessitando, portanto, desta repreensão graciosa do apóstolo.
Paulo começa, apropriadamente, com os homens: “Quero, portanto, que os varões orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira e sem animosidade.” (1Tm. 2:8). Ele está dizendo, "Pessoal, parem de discutir na igreja! Vocês estão desviando a atenção do culto, do ensino e da oração. Ira é sempre pecado, mas especialmente na igreja, a casa de Deus, a igreja do Deus vivo. Então vocês precisam parar de brigar e começar a orar!"
Depois, Paulo se dirige às mulheres no verso que acabamos de ler (1Tm 2:9). Ele está preocupado porque algumas delas estão imitando a vestimenta e o adorno das mulheres da corte romana e das prostitutas. Essas mulheres eram conhecidas pelas suas roupas caras e jóias e penteados elaborados; elas se vestiam, não só para chamar a atenção, mas também para seduzir.
Quando as mulheres da igreja chegavam vestidas assim, não é de se admirar que elas distraíssem outros da adoração a Deus. E ainda mais, pelo seu modo de vestir ostentoso elas se associavam com os ricos (separando-se, assim, dos pobres) e os descrentes (distanciando- se assim dos seus irmãos membros da igreja). O seu modo de vestir causava distração, e talvez até mesmo divergência.
Toda vez que nós paramos para contemplar uma destas cenas espetaculares na criação de Deus, somos obrigados a nos convencer de que Ele se encanta com a beleza!
É por isso que Paulo incita as mulheres para que se vistam com "traje decente" e "não com cabeleira frisada e com ouro ou pérolas ou vestuário dispendioso." Ele quer que o Salvador, não estilo sedutor, seja o foco da reunião da igreja – e, de fato, o foco de toda a vida.
Então, na verdade, o assunto não era cabelo trançado, ou ouro ou pérolas ou traje caro. O assunto era, e é, vestimenta que se associa com valores mundanos e não valores cristãos (ou piedosos): roupas que dizem "olhem para mim" e "eu estou com o mundo."
Deixe-me ser claro: Paulo não está categoricamente proibindo uma mulher de realçar sua aparência, no domingo ou qualquer dia da semana. Na realidade, você achará outros lugares na Bíblia onde as mulheres piedosas usavam roupas finas e jóias.
A mulher de caráter nobre em Provérbios 31 vestia-se com roupas coloridas (31:22) e de alta qualidade. Da mesma forma, a noiva em Cantares de Salomão se adornou com jóias (1:10). Ester teve doze meses de tratamentos de beleza (Est. 2:12). Obviamente Deus não é contra as mulheres se embelezarem.
Na realidade, como minha esposa Carolyn observou:
Deus é o Criador da beleza. Deus tem prazer na beleza. Para verificar este fato só precisamos considerar a beleza que Ele criou ao redor de nós: seja uma flor graciosa ou árvores muito altas, ou um rio sinuoso ou nuvens inchadas ou o céu noturno majestoso. Toda vez que nós paramos para contemplar uma destas cenas espetaculares na criação de Deus, somos obrigados a nos convencer de que Ele se encanta com a beleza!
Porque somos criados à imagem de nosso Criador, cada um de nós tem essa tendência para tornar as coisas bonitas. Isso significa que quando nós decoramos nossas casas, ou plantamos um lindo jardim de flores, ou procuramos acrescentar alguma forma de beleza ao ambiente ao nosso redor, até mesmo quando nós tentamos embelezar nossa aparência pessoal – estamos, na verdade, imitando e estamos nos encantando nos trabalhos de nosso Grande Criador.
Considere, quem inspira seus trajes? Com quem você está se identificando através da sua aparência? Quem você está tentando imitar ou parecer com o seu modo de vestir?
Eu admiro o desejo feminino de minha esposa pela beleza, e a habilidade dela de tornar-se a si mesma, e fazer o ambiente ao seu redor, atraentes. Uma mulher pode honrar a Deus realçando a sua aparência pessoal e embelezando o ambiente ao seu redor.
John Angell James concorda, com ressalva:
Este gosto [pela beleza], embora em muitos casos possa ser completamente corrompido em seu objeto, errado em seu princípio, ou excessivo em seu grau, é, em sua própria natureza, uma imitação da obra de Deus que, "pelo Seu Espírito guarneceu os céus" e cobriu a terra com beleza. (2)
O Sr. James tem razão. O gosto de uma mulher pela beleza pode ser uma imitação do caráter de Deus, mas também pode ser corrompido. E tal era o caso nesta igreja do primeiro século. Paulo exortou as mulheres que professavam ser piedosas: "Vocês não devem se vestir de modo que se assemelhem àquelas que são extravagantes, ou, pior ainda, com a intenção de serem sedutoras ou sensuais. Vocês não devem identificar-se com a cultura pecadora e mundana pelo seu modo de vestir." Paulo estava escrevendo não para condenar o traje atraente, mas para chamar atenção para sua corrupção por associação com ideais e alvos mundanos.
Esta verdade tem relevância eterna. Considere, quem inspira seus trajes? Com quem você está se identificando através da sua aparência? Quem você está tentando imitar ou parecer com o seu modo de vestir?
O seu penteado, vestimenta ou qualquer aspecto de sua aparência revela uma fascinação excessiva com valores culturais pecaminosos? Você está preocupada em se parecer com a última vencedora de “Ídolo Americano”, ou com as atrizes nas capas de revistas, ou com a mulher imodesta que mora ao lado? Os seus modelos são as mulheres piedosas da Bíblia ou as mulheres mundanas de nossa cultura?
As mulheres na igreja não deveriam se parecer exatamente como as mulheres descrentes, sedutoras do mundo. Mulheres na igreja devem ser diferentes. Elas não deveriam chamar atenção por causa da roupa reveladora, mas por causa do seu coração e vestimenta distintamente modestos.
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(1) Este é o terceiro de sete trechos extraídos do capítulo sobre modéstia do livro Worldliness: Resisting the Seduction of a Fallen World (Mundanismo: Resistindo à Sedução de um Mundo Caído) - Ed. Crossway, 2008 - de C.J.Mahaney. O termo "modéstia" é usado aqui no sentido bíblico, significando "conformidade com os padrões morais e éticos do grupo social; pudor, decência".
http://www.youtube.com/watch?v=TpbQ9byAERc
quinta-feira, 18 de março de 2010
Abortar é um “direito” humano?
* Abortar é um “direito” humano? e o filho, onde fica seu direito humano à vida?
uitos sucumbirão, trair-se-ão mutuamente e mutuamente se odiarão. Levantar-se-ão muitos falsos profetas e seduzirão a muitos. E, ante o progresso crescente da iniqüidade, a caridade de muitos esfriará. Entretanto, aquele que perseverar até o fim será salvo. Este Evangelho do Reino será pregado pelo mundo inteiro para servir de testemunho a todas as nações, e então chegará o fim. Mt 24,10-14
Ai das mulheres que estiverem grávidas ou amamentarem naqueles dias! Mt 24,19
Fonte: Mídia sem Máscara
O que surpreende em tudo isso é a quase total omissão das entidades que representam os direitos humanos. Onde estão os milhares de ONGs que vivem falando em direitos humanos? Onde estão os líderes dos direitos humanos no Brasil?
Poucos planos ou ações do atual governo causaram tantas críticas e polêmicas como o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH). Trata-se de um plano, ou seja, é um modelo de projeto que o governo federal pretende aprovar no Parlamento.
Sinteticamente podemos resumir o Plano Nacional de Direitos Humanos em quatro pontos:
1. Criação da Comissão da Verdade. Essa comissão terá amplos poderes para julgar e condenar quem bem quiser. Basta um cidadão não se declarar de esquerda para ser processado por essa comissão. Na prática a Comissão da Verdade é o primeiro núcleo do futuro Ministério da Verdade, o qual terá amplos poderes para investigar a vida de qualquer cidadão, mesmo que não haja qualquer denúncia contra ele. É sempre bom lembrar que uma das características de todo regime socialista é o desejo obsessivo de conhecer e controlar a consciência do cidadão.
2. Aprovação do casamento homossexual.
3. Retirada de todos os símbolos religiosos de lugares públicos, incluindo escolas, universidades, repartições públicas, praças e até mesmo a retirada da imagem do Cristo Redentor no Rio de Janeiro.
4. Legalização total do aborto.
O PNDH é uma espécie de saco da maldade, ou seja, em um pequeno projeto o governo do presidente Luis Inácio Lula da Silva pretende de uma só vez legalizar e normatizar tudo o que ele não conseguiu em sete anos de poder. Na prática trata-se de um esboço do que será a futura sociedade brasileira sendo dominada pelo socialismo.
Será uma sociedade onde as pessoas não poderão expor seus símbolos e crenças religiosas – haverá perseguição religiosa -, estarão sob vigilância constante do da Comissão da Verdade ou do Ministério da Verdade e crianças não poderão nascer porque terão que ser abortadas.
O prêmio de consolação é o casamento homossexual. Em todo país está havendo muitas mobilizações contra esse projeto que de direitos humanos só tem mesmo o nome.
Todavia, a questão do aborto mais uma vez é silenciada pela grande mídia. Ela está mais preocupada com reality show e com as futilidades da vida dos astros da TV e do cinema do que com a valorização da vida humana. Entretanto, sobre a questão da legalização total do aborto posta no PNDH é preciso fazer três afirmações.
Primeira, o governo afirma desde o dia em que o Plano Nacional de Direitos Humanos foi oficialmente lançado, em 21/12/2009, que conta com a assinatura de 31 ministros e com o apoio de 14.000 pessoas. O que são 31 assinaturas de ministros, a maioria dos quais cumpriu apenas sua obrigação política, e 14.000 pessoas, a maioria militantes da esquerda, comparada aos 97% da população brasileira que é contra o aborto? O presidente Lula e as esquerdas sempre tiveram um discurso afirmando a democracia e a consulta as bases. No tocante ao aborto não houve nem afirmação da democracia e nem consulta as bases. Qualquer pesquisa feita no Brasil mostra que o povo brasileiro é totalmente contra o aborto. Apenas uma pequena minoria que pensa que está acima da democracia e da liberdade deseja implantar o aborto no Brasil de qualquer forma e a todo custo.
Segunda, por trás dessa obsessão que a esquerda e o governo Lula possuem, a da legalização total do aborto, existe o desejo mal disfarçado de controlar a vida privada dos cidadãos. Nos países socialistas é muito comum uma mulher grávida ser obrigada pelo governo a abortar.
Terceira, desde quando Lula foi eleito presidente da república que uma das metas é a legalização do aborto. O governo Lula tentou fazer no Brasil o que fizeram em outros países, ou seja, legalizar o aborto por meio de um projeto de lei aprovado no Parlamento. Apesar de quase 100% da população do país ser contra o aborto, seria muito mais fácil legalizar o aborto por meio do Parlamento. Por meio da distribuição de dinheiro público aos parlamentares o governo apostava que conseguiria facilmente legalizar o aborto. Entretanto, a mobilização da sociedade impediu que a matança de inocentes fosse legalizada. Dessa vez a coisa seria mais sutil, ou seja, o governo colocou, meio disfarçado, a legalização do aborto no PNDH. Se ninguém reclamasse o aborto seria facilmente legalizado e não haveria se quer uma única discussão sobre o tema. Na prática o PNDH representa a maior fraude contra a democracia e a liberdade individual. O direito fundamental, ou seja, o direito de nascer está sendo brutalmente negado. Tudo em nome da ideologia da esquerda.
O PNDH é uma tentativa do governo Lula para implantar uma sociedade quase totalitária, na qual haverá uma Comissão da Verdade e nascer não será mais um direito. Esse plano demonstra o quanto esse governo é autoritário. No final do seu governo Lula finalmente tirou a mascara e se revelou como sendo mais um candidato a ditador que se utiliza da expressão direitos humanos para implantar um modelo de Estado, no qual até mesmo o direito de nascer é negado.
O que surpreende em tudo isso é a quase total omissão das entidades que representam os direitos humanos. Onde estão os milhares de ONGs que vivem falando em direitos humanos? Onde estão os líderes dos direitos humanos no Brasil? Lideres que estão omissos diante do Plano Nacional de Direitos Humanos. Justamente o plano que pretende implantar o fim da liberdade no Brasil, incluindo a liberdade de poder nascer.
vamos nos consientizar para que nas proximas eleições não voltarmos naqueles que querem tirar a nossa liberdade, o nosso direito de viver de sermos livres em Jesus cristo que nos ensina como viver para sermos felizes pense nisso, pense no futuro da humanidade de nossos filhos. Devemos estar acordados, para que este dia não nos pegue de surpresa.
Ouvistes o que foi dito aos antigos: Não matarás, mas quem matar será castigado pelo juízo do tribunal. Mt 5,21
Buscai o Senhor, já que ele se deixa encontrar; invocai-o, já que está perto. Renuncie o malvado a seu comportamento, e o pecador a seus projetos; volte ao Senhor, que dele terá piedade, e a nosso Deus que perdoa generosamente. Pois meus pensamentos não são os vossos, e vosso modo de agir não é o meu, diz o Senhor; mas tanto quanto o céu domina a terra, tanto é superior à vossa a minha conduta e meus pensamentos ultrapassam os vossos. Isaías 55,6-9
segunda-feira, 1 de março de 2010
Relacionamento Virtuoso

Relacionamento Virtuoso
Para conhecer uma pessoa, é preciso de fato mais do que "bate papo" ou trocas de e-mails. É preciso ter uma amizade Autêntica, onde se mostre os valores de cada um. Por isso animamos a que as pessoas Sejam amigas antes de entrar em qualquer relacionamento. Cada um é precioso Aos Olhos de Deus e no campo de relacionamento é muito facil ficar ferido. Por isso, antes de começar um namoro, conheça uma pessoa como um amigo. E durante o namoro preservar a amizade para que seja um momento de alegria e de paz, pois o namoro não é certeza de conhecimento e sim casamento e fazer outro entender minha espera para ver se aquele / aquela é uma pessoa que Deus quer para mim. Neste caso, a intenção de encontrar alguém para namorar DEVE implicar uma intenção do casamento se for o caso, ao mesmo tempo que implica conhecer e namorar pessoa de forma pura, amor, com todas as Exigências do verdadeiro. Não se prepara para o casamento vivendo um namoro impuro.
A Igreja sempre nos ensinou a procurar a prudência, e procurar pessoas prudentes. Isso é sabedoria. Ser transparente, não significa ser tolo e expor tudo que sente, que pensa, que vive. É preciso aprender a partilhar certo, com a pessoa certa. Através do tempo você vai descobrindo as qualidades do outro. Mas deve ser vivido com calma. As amizades mais fortes, sempre cresceram e se tornaram fecundas, depois de um certo tempo e de um certo conhecimento do outro. Isso é algo que combina muito bem com a palavra tempo.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Carnaval da desigualdade

Carnaval da desigualdade
Publicada: 10/02/2010 -1:49| Atualizada: 10/02/2010 -1:49
Consuelo Pondé de Sena
Tem sido divulgada, à exaustão, a balela de que o Carnaval da Bahia é uma festa que congrega pobres e ricos num mesmo espaço democrático. Nada mais falso e surpreendente. Diria que, no Carnaval de Salvador, funciona o “apartheid” mais vergonhoso que existe no País, porque rotulado como “festa do povo” harmonizado pelas diferenças.
Que povo, minha gente de Deus?
Deslavada hipocrisia! Espaço ideal para a disputa de interesses e predomínio absoluto do dinheiro. Lugar das multidões sequiosas pelo brilho artificial, pelas luzes e cores dos camarotes Vips, pelo dinheiro obtido com facilidade, graças à infelicidade dos incautos.
Tempo de servidão para os pobres e miseráveis, para os que passam os dias catando latas de cervejas e refrigerantes, distanciados dos ricos e poderosos por condicionantes indestrutíveis. Retrato fiel de uma sociedade hipócrita, desigual, desumana, na qual o supérfluo é o essencial para as classes dominantes e o desafogo para os miseráveis.
Carnaval da falta de talento de muitos “compositores” de araque. Da tirania do dinheiro, da pressão econômico-financeira exercida sobre os cordeiros, transformados em “escravos de ganho”, do esforço dos tolos, dos necessitados de vender o sono, do revoltante triunfo dos sabichões.
Carnaval dos vícios. De homens e mulheres, desenfreadamente, entregues aos prazeres da carne. Das drogas da moda, dos traficantes e atravessadores. Do contágio que escraviza as criaturas e destroem suas vidas.
Carnaval dos prazeres etílicos, das mulheres nuas e seminuas, dos homens violentos, dos ímpetos de maldade. Dos relatos impressionantes, da conversa fútil e picante.
Da gratificação fácil e imediata para os espertos. Dos méritos e das glórias duvidosos. Do descontrole e da falta de medida. Das aparências. Das culpas pertinentes e dos arrependimentos tardios. Da consagração da falta de mérito. Dos imprevistos de toda natureza. Das pessoas mal intencionadas. Das calamidades humanas.
Sem ser falso moralista, enxergo o Carnaval de hoje como o império da mentira, do engodo, da exploração, da desvalorização da mulher, das tragédias pessoais, da falta de reflexão, dos “aproveitadores da vida”.
Não se pode dizer, porque se recairia na inverdade, que o Carnaval do passado também não discriminava ricos e pobres. Existiam os grandes clubes, nos quais tinham acesso os sócios ou os pagantes. Mas na rua, na via pública, não existiam as “castas”, hoje representadas pelos que podem pagar abadás caríssimos e comprar lugares especiais nos camarotes de luxo.
É verdade que existem camarotes para os “pobres”, mas esses só reúnem picaretas e piriguetes. Gente que tem que usar o sistema de “roldana” para que lhes cheguem as cervejas e os refrigerantes até o lugar onde estão sentados meio mundo de pessoas sem dinheiro, mas com muita disposição para roubar.
Por último, um protesto contra os desmandos provocados na Barra e num dos mais belos cartões-postais da cidade. Refiro-me ao Farol da Barra, cada vez mais espoliado e maltratado pelos que dele fazem uso em todas as épocas do ano, especialmente, no barulhento e avassalador Carnaval.
Que Santo Antônio, a quem deve o nome primitivo, abra os olhos de quem não quer ver e daqueles que, por insensibilidade, fazem uso inadequado daquele belo e antigo monumento arquitetônico de nossa terra. Que Senhor do Bonfim o proteja.
domingo, 24 de janeiro de 2010
A garota da Uniban
A garota da Uniban
Julie Maria 2 comentários
Por Daniel Pinheiro
Grifos meus
No dia 29 de outubro de 2005 uma aluna da faculdade Uniban compareceu à sua aula com um vestido provocante. O fato é que uma grande quantidade de alunos foi flagrada dirigindo-se à ela como “prostituta”, entre outras coisas.
Muito se escreveu sobre o caso, por muita gente. Tanto o vídeo do fato (feito na hora com a câmera de aparelhos de telefone celular) quanto toda a repercussão da mídia e os artigos escritos a respeito podem ser encontrados na Internet.
Muito provavelmente o que ocasionou tudo isso foi a tentativa de fazer uma brincadeira (de mau gosto). Quando aqueles alunos gritavam “prostituta” não estavam censurando a aluna por usar mini-saia. Quem poderia imaginar que centenas de alunos, criados e educados em uma sociedade extremamente sexualizada como a nossa – que valoriza e vê tudo que é sensual com a maior naturalidade – poderiam de repente virar moralistas tão pertinazes? Parece que muita gente seria capaz de crer numa história de fada como essas, a julgar por muitos comentários em blogs, no You Tube e pelo que ouvi eu mesmo de pessoas próximas:
“Isso só tem uma explicação: Eles são um bando de gays, de frouxos…” (referindo-se aos alunos da Uniban).
É óbvio que eles não viraram moralistas ou homossexuais de uma hora para outra. O que houve foi uma brincadeira que foi crescendo e tomou proporções mais sérias. É interessante perceber como apupos voltados para a sensualidade da aluna sejam confundidos com agressões. Uma outra aluna da Uniban falou para um grande portal de notícias:
“Foi só zoeira…”
Ouvi ainda uma pessoa conhecida minha dizer:
“Mesmo se ela estivesse nua, era para os homens respeitarem”.
Essa frase está certa. João Paulo II, na Teologia do Corpo, tenta vislumbrar um pouco a nossa experiência original. No paraíso, antes da queda do pecado original, Adão e Eva estavam nus, e não havia a vergonha da nudez. “O homem e sua mulher estavam nus, mas não se envergonhavam.” (Gênesis 2, 25). A vergonha não existia, pois não havia pecado. O olhar de Adão para Eva (e vice-versa) era um olhar apenas de amor. Não havia a malícia (desejo desordenado, querer apenas usar o outro). É difícil para nós imaginar como seria isso, porque na nossa experiência não estamos nunca 100% livres da malícia. Mas antes do pecado original isso era possível.
Imagine Adão e Eva olhando para o corpo nu um do outro, e isso trazer aos seus corações apenas o amor e a “imagem e semelhança de Deus”, segundo a qual foram criados. O corpo humano foi criado originalmente por Deus para ser “Imago Dei”, imagem de Deus. Nesse sentido, ele é “sacramento”, no sentido mais amplo da palavra, que significa “sinal visível da presença de Deus”.
Porém, nas circunstâncias da Uniban, e em qualquer circunstância atual, a exigência de pureza por parte do olhar masculino não exime a mulher do recato e da modéstia que ela deve ter para com o próprio corpo, e isso em beneficio dela própria. De fato, depois que a malícia passou a fazer parte do olhar humano, depois da queda do paraíso e da entrada do pecado original no mundo, a vergonha que nos faz cobrir nossos corpos tem dois sentidos. Primeiro, é um atestado do lado negativo de nossa vergonha (literalmente: “é uma vergonha mesmo”). A necessidade de cobrir nosso corpo atesta que não temos mais o olhar puro. Cobrimo-nos porque temos medo do olhar do outro: já temos certeza que não será um olhar de puro amor, mas conterá malícia e desejo de “possuir” o corpo do outro como objeto. A pessoa deixa de ser sujeito para ser instrumento de prazer alheio.
Mas há um sentido positivo na entrada em cena da vergonha. Ela mostra que mantemos nossa integridade, o senso de que nosso corpo faz parte de quem somos, e que portanto não pode ser visto com malícia, nem servir de instrumento para uso do outro. Por isso nos vestimos. E devemos continuar nos vestindo com muito recato e modéstia no nosso mundo, enquanto vivermos no estado decaído, enquanto não chega a ressurreição e o reino definitivo de Deus. Vestindo-nos, estamos dizendo que ainda reconhecemos nossa dignidade: não fomos feitos para a malícia, mas para o amor do outro. Eis porque o casamento não é mero “passe” para permissão de todo tipo de luxúria e desejo desordenado. Pelo contrário, deve ser um retorno à condição original de amor total: amo tanto essa pessoa, e sou tão amado por ela, que confio que seu olhar será só de amor, e não de posse egoísta. Isso permite e torna santa tanto minha nudez frente ao cônjuge, quanto a conseqüente relação sexual que consuma a união sacramental do matrimônio.
Mas, voltando à garota da Uniban, veja como é curioso. Acharam que os alunos eram uma espécie de moralistas. Essas duas frases abaixo saíram da mesma pessoa, uma atrás da outra:
“Isso só tem uma explicação, eles são todos gays mesmo, ou estavam com inveja do corpo dela. Se ela estivesse completamente nua, mesmo assim ninguém podia ter feito o que fez”.
Veja só: Essa pessoa pede corretamente a pureza no olhar masculino, dizendo que ninguém podia ter feito aquilo (portanto todos estariam desejando ansiosamente vê-la quase nua). Mas, ao mesmo tempo, ironiza o suposto moralismo deles, dizendo que “são todos gays”, ou seja, não sentiriam o menor desejo por ela. Ou ainda hipócritas, no fundo desejando, mas no exterior condenado. Afinal de contas, eles estavam desejando-a ou não?
Essa aparente contradição é sintomática da mentalidade que já vi muitas vezes em muitos lugares. As pessoas querem ser desejadas, e para isso se vestem e se comportam de todo tipo de maneira. Ao mesmo tempo, querem ser olhadas com pureza, reclamam quando alguém “dá um assovio” etc. Para algumas pessoas, levar assovio de alguém ainda vai. Mas levar assovio de centenas de pessoas é inaceitável, pois evidencia demais, se torna ameaça.
Essa dicotomia não é sequer percebida por quase ninguém. Imagine uma garota em qualquer faculdade sendo desejada e “buscada” ao mesmo tempo por centenas de rapazes. Seria outro caso Uniban. Só isso. O que era cortejo vira agressão. Mas o que é preciso perceber é que qualquer olhar impuro a uma mulher já é uma agressão à sua dignidade. Isso só ficou óbvio no caso da Uniban pelas proporções numéricas, mas continua sendo verdade em cada caso singular, pessoa a pessoa. Quando se veste de modo provocante, toda mulher está atraindo a si possíveis olhares impuros, que nada mais estarão fazendo do que agredir a própria dignidade dela mesma. É certo que homem nenhum deve olhar com impureza, mesmo sendo provocado a isso. “Ora, eu vos digo: todo aquele que olhar para uma mulher com o desejo de possuí-la, já cometeu adultério com ela em seu coração” (Mateus 5, 28).
Por outro lado, é verdade que as mulheres é que saem perdendo em sua dignidade logo de cara ao se vestirem como a aluna da Uniban. Só que isso não é percebido por quase ninguém. Pelo contrário, o fato ocasionou um protesto na mesma faculdade. Alguns alunos ficaram completamente despidos, reclamando o direito de se vestirem (ou não) de qualquer forma. Uma verdadeira inversão das coisas, baseada numa interpretação errônea, supondo um moralismo por parte dos alunos, o que não existiu no caso. Corretamente compreendido, tudo isso devia evidenciar somente a necessidade e o nosso desejo mais profundo por recato e modéstia, e pela pureza do olhar…
Função da Roupa
Julie Maria Deixe um comentário
“A função da roupa é precisamente ocultar algumas partes do corpo, adornando-o de tal modo que, mesmo que seja “agradável vê-lo’, a atenção não se deixe absorver por ele, mas alcance a própria pessoa. De outra forma, as relações entre as pessoas — sobretudo entre o homem e a mulher — descem a um nível infra-pessoal, que se poderia definir como “desumano’. É evidente que, quando o pudor é ignorado pela moda, já não se pode falar de elegância. A única palavra que nos resta usar é a contrária: grosseria.“
sábado, 23 de janeiro de 2010
Abortar é um “direito” humano?
Abortar é um “direito” humano?
Muitos sucumbirão, trair-se-ão mutuamente e mutuamente se odiarão. Levantar-se-ão muitos falsos profetas e seduzirão a muitos. E, ante o progresso crescente da iniqüidade, a caridade de muitos esfriará. Entretanto, aquele que perseverar até o fim será salvo. Este Evangelho do Reino será pregado pelo mundo inteiro para servir de testemunho a todas as nações, e então chegará o fim. Mt 24,10-14
Ai das mulheres que estiverem grávidas ou amamentarem naqueles dias! Mt 24,19
* Abortar é um “direito” humano? e o filho, onde fica seu direito humano à vida?
Fonte: Mídia sem Máscara
O que surpreende em tudo isso é a quase total omissão das entidades que representam os direitos humanos. Onde estão os milhares de ONGs que vivem falando em direitos humanos? Onde estão os líderes dos direitos humanos no Brasil?
Poucos planos ou ações do atual governo causaram tantas críticas e polêmicas como o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH). Trata-se de um plano, ou seja, é um modelo de projeto que o governo federal pretende aprovar no Parlamento.
Sinteticamente podemos resumir o Plano Nacional de Direitos Humanos em quatro pontos:
1. Criação da Comissão da Verdade. Essa comissão terá amplos poderes para julgar e condenar quem bem quiser. Basta um cidadão não se declarar de esquerda para ser processado por essa comissão. Na prática a Comissão da Verdade é o primeiro núcleo do futuro Ministério da Verdade, o qual terá amplos poderes para investigar a vida de qualquer cidadão, mesmo que não haja qualquer denúncia contra ele. É sempre bom lembrar que uma das características de todo regime socialista é o desejo obsessivo de conhecer e controlar a consciência do cidadão.
2. Aprovação do casamento homossexual.
3. Retirada de todos os símbolos religiosos de lugares públicos, incluindo escolas, universidades, repartições públicas, praças e até mesmo a retirada da imagem do Cristo Redentor no Rio de Janeiro.
4. Legalização total do aborto.
O PNDH é uma espécie de saco da maldade, ou seja, em um pequeno projeto o governo do presidente Luis Inácio Lula da Silva pretende de uma só vez legalizar e normatizar tudo o que ele não conseguiu em sete anos de poder. Na prática trata-se de um esboço do que será a futura sociedade brasileira sendo dominada pelo socialismo.
Será uma sociedade onde as pessoas não poderão expor seus símbolos e crenças religiosas – haverá perseguição religiosa -, estarão sob vigilância constante do da Comissão da Verdade ou do Ministério da Verdade e crianças não poderão nascer porque terão que ser abortadas.
O prêmio de consolação é o casamento homossexual. Em todo país está havendo muitas mobilizações contra esse projeto que de direitos humanos só tem mesmo o nome.
Todavia, a questão do aborto mais uma vez é silenciada pela grande mídia. Ela está mais preocupada com reality show e com as futilidades da vida dos astros da TV e do cinema do que com a valorização da vida humana. Entretanto, sobre a questão da legalização total do aborto posta no PNDH é preciso fazer três afirmações.
Primeira, o governo afirma desde o dia em que o Plano Nacional de Direitos Humanos foi oficialmente lançado, em 21/12/2009, que conta com a assinatura de 31 ministros e com o apoio de 14.000 pessoas. O que são 31 assinaturas de ministros, a maioria dos quais cumpriu apenas sua obrigação política, e 14.000 pessoas, a maioria militantes da esquerda, comparada aos 97% da população brasileira que é contra o aborto? O presidente Lula e as esquerdas sempre tiveram um discurso afirmando a democracia e a consulta as bases. No tocante ao aborto não houve nem afirmação da democracia e nem consulta as bases. Qualquer pesquisa feita no Brasil mostra que o povo brasileiro é totalmente contra o aborto. Apenas uma pequena minoria que pensa que está acima da democracia e da liberdade deseja implantar o aborto no Brasil de qualquer forma e a todo custo.
Segunda, por trás dessa obsessão que a esquerda e o governo Lula possuem, a da legalização total do aborto, existe o desejo mal disfarçado de controlar a vida privada dos cidadãos. Nos países socialistas é muito comum uma mulher grávida ser obrigada pelo governo a abortar.
Terceira, desde quando Lula foi eleito presidente da república que uma das metas é a legalização do aborto. O governo Lula tentou fazer no Brasil o que fizeram em outros países, ou seja, legalizar o aborto por meio de um projeto de lei aprovado no Parlamento. Apesar de quase 100% da população do país ser contra o aborto, seria muito mais fácil legalizar o aborto por meio do Parlamento. Por meio da distribuição de dinheiro público aos parlamentares o governo apostava que conseguiria facilmente legalizar o aborto. Entretanto, a mobilização da sociedade impediu que a matança de inocentes fosse legalizada. Dessa vez a coisa seria mais sutil, ou seja, o governo colocou, meio disfarçado, a legalização do aborto no PNDH. Se ninguém reclamasse o aborto seria facilmente legalizado e não haveria se quer uma única discussão sobre o tema. Na prática o PNDH representa a maior fraude contra a democracia e a liberdade individual. O direito fundamental, ou seja, o direito de nascer está sendo brutalmente negado. Tudo em nome da ideologia da esquerda.
O PNDH é uma tentativa do governo Lula para implantar uma sociedade quase totalitária, na qual haverá uma Comissão da Verdade e nascer não será mais um direito. Esse plano demonstra o quanto esse governo é autoritário. No final do seu governo Lula finalmente tirou a mascara e se revelou como sendo mais um candidato a ditador que se utiliza da expressão direitos humanos para implantar um modelo de Estado, no qual até mesmo o direito de nascer é negado.
O que surpreende em tudo isso é a quase total omissão das entidades que representam os direitos humanos. Onde estão os milhares de ONGs que vivem falando em direitos humanos? Onde estão os líderes dos direitos humanos no Brasil? Lideres que estão omissos diante do Plano Nacional de Direitos Humanos. Justamente o plano que pretende implantar o fim da liberdade no Brasil, incluindo a liberdade de poder nascer.
vamos nos consientizar para que nas proximas eleições não voltarmos naqueles que querem tirar a nossa liberdade, o nosso direito de viver de sermos livres em Jesus cristo que nos ensina como viver para sermos felizes pense nisso, pense no futuro da humanidade e de nossos filhos. Devemos estar acordados, para que este dia não nos pegue de surpresa.
Ouvistes o que foi dito aos antigos: Não matarás, mas quem matar será castigado pelo juízo do tribunal. Mt 5,21
Buscai o Senhor, já que ele se deixa encontrar; invocai-o, já que está perto. Renuncie o malvado a seu comportamento, e o pecador a seus projetos; volte ao Senhor, que dele terá piedade, e a nosso Deus que perdoa generosamente. Pois meus pensamentos não são os vossos, e vosso modo de agir não é o meu, diz o Senhor; mas tanto quanto o céu domina a terra, tanto é superior à vossa a minha conduta e meus pensamentos ultrapassam os vossos. Isaías 55,6-9
Muitos sucumbirão, trair-se-ão mutuamente e mutuamente se odiarão. Levantar-se-ão muitos falsos profetas e seduzirão a muitos. E, ante o progresso crescente da iniqüidade, a caridade de muitos esfriará. Entretanto, aquele que perseverar até o fim será salvo. Este Evangelho do Reino será pregado pelo mundo inteiro para servir de testemunho a todas as nações, e então chegará o fim. Mt 24,10-14
Ai das mulheres que estiverem grávidas ou amamentarem naqueles dias! Mt 24,19
* Abortar é um “direito” humano? e o filho, onde fica seu direito humano à vida?
Fonte: Mídia sem Máscara
O que surpreende em tudo isso é a quase total omissão das entidades que representam os direitos humanos. Onde estão os milhares de ONGs que vivem falando em direitos humanos? Onde estão os líderes dos direitos humanos no Brasil?
Poucos planos ou ações do atual governo causaram tantas críticas e polêmicas como o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH). Trata-se de um plano, ou seja, é um modelo de projeto que o governo federal pretende aprovar no Parlamento.
Sinteticamente podemos resumir o Plano Nacional de Direitos Humanos em quatro pontos:
1. Criação da Comissão da Verdade. Essa comissão terá amplos poderes para julgar e condenar quem bem quiser. Basta um cidadão não se declarar de esquerda para ser processado por essa comissão. Na prática a Comissão da Verdade é o primeiro núcleo do futuro Ministério da Verdade, o qual terá amplos poderes para investigar a vida de qualquer cidadão, mesmo que não haja qualquer denúncia contra ele. É sempre bom lembrar que uma das características de todo regime socialista é o desejo obsessivo de conhecer e controlar a consciência do cidadão.
2. Aprovação do casamento homossexual.
3. Retirada de todos os símbolos religiosos de lugares públicos, incluindo escolas, universidades, repartições públicas, praças e até mesmo a retirada da imagem do Cristo Redentor no Rio de Janeiro.
4. Legalização total do aborto.
O PNDH é uma espécie de saco da maldade, ou seja, em um pequeno projeto o governo do presidente Luis Inácio Lula da Silva pretende de uma só vez legalizar e normatizar tudo o que ele não conseguiu em sete anos de poder. Na prática trata-se de um esboço do que será a futura sociedade brasileira sendo dominada pelo socialismo.
Será uma sociedade onde as pessoas não poderão expor seus símbolos e crenças religiosas – haverá perseguição religiosa -, estarão sob vigilância constante do da Comissão da Verdade ou do Ministério da Verdade e crianças não poderão nascer porque terão que ser abortadas.
O prêmio de consolação é o casamento homossexual. Em todo país está havendo muitas mobilizações contra esse projeto que de direitos humanos só tem mesmo o nome.
Todavia, a questão do aborto mais uma vez é silenciada pela grande mídia. Ela está mais preocupada com reality show e com as futilidades da vida dos astros da TV e do cinema do que com a valorização da vida humana. Entretanto, sobre a questão da legalização total do aborto posta no PNDH é preciso fazer três afirmações.
Primeira, o governo afirma desde o dia em que o Plano Nacional de Direitos Humanos foi oficialmente lançado, em 21/12/2009, que conta com a assinatura de 31 ministros e com o apoio de 14.000 pessoas. O que são 31 assinaturas de ministros, a maioria dos quais cumpriu apenas sua obrigação política, e 14.000 pessoas, a maioria militantes da esquerda, comparada aos 97% da população brasileira que é contra o aborto? O presidente Lula e as esquerdas sempre tiveram um discurso afirmando a democracia e a consulta as bases. No tocante ao aborto não houve nem afirmação da democracia e nem consulta as bases. Qualquer pesquisa feita no Brasil mostra que o povo brasileiro é totalmente contra o aborto. Apenas uma pequena minoria que pensa que está acima da democracia e da liberdade deseja implantar o aborto no Brasil de qualquer forma e a todo custo.
Segunda, por trás dessa obsessão que a esquerda e o governo Lula possuem, a da legalização total do aborto, existe o desejo mal disfarçado de controlar a vida privada dos cidadãos. Nos países socialistas é muito comum uma mulher grávida ser obrigada pelo governo a abortar.
Terceira, desde quando Lula foi eleito presidente da república que uma das metas é a legalização do aborto. O governo Lula tentou fazer no Brasil o que fizeram em outros países, ou seja, legalizar o aborto por meio de um projeto de lei aprovado no Parlamento. Apesar de quase 100% da população do país ser contra o aborto, seria muito mais fácil legalizar o aborto por meio do Parlamento. Por meio da distribuição de dinheiro público aos parlamentares o governo apostava que conseguiria facilmente legalizar o aborto. Entretanto, a mobilização da sociedade impediu que a matança de inocentes fosse legalizada. Dessa vez a coisa seria mais sutil, ou seja, o governo colocou, meio disfarçado, a legalização do aborto no PNDH. Se ninguém reclamasse o aborto seria facilmente legalizado e não haveria se quer uma única discussão sobre o tema. Na prática o PNDH representa a maior fraude contra a democracia e a liberdade individual. O direito fundamental, ou seja, o direito de nascer está sendo brutalmente negado. Tudo em nome da ideologia da esquerda.
O PNDH é uma tentativa do governo Lula para implantar uma sociedade quase totalitária, na qual haverá uma Comissão da Verdade e nascer não será mais um direito. Esse plano demonstra o quanto esse governo é autoritário. No final do seu governo Lula finalmente tirou a mascara e se revelou como sendo mais um candidato a ditador que se utiliza da expressão direitos humanos para implantar um modelo de Estado, no qual até mesmo o direito de nascer é negado.
O que surpreende em tudo isso é a quase total omissão das entidades que representam os direitos humanos. Onde estão os milhares de ONGs que vivem falando em direitos humanos? Onde estão os líderes dos direitos humanos no Brasil? Lideres que estão omissos diante do Plano Nacional de Direitos Humanos. Justamente o plano que pretende implantar o fim da liberdade no Brasil, incluindo a liberdade de poder nascer.
vamos nos consientizar para que nas proximas eleições não voltarmos naqueles que querem tirar a nossa liberdade, o nosso direito de viver de sermos livres em Jesus cristo que nos ensina como viver para sermos felizes pense nisso, pense no futuro da humanidade e de nossos filhos. Devemos estar acordados, para que este dia não nos pegue de surpresa.
Ouvistes o que foi dito aos antigos: Não matarás, mas quem matar será castigado pelo juízo do tribunal. Mt 5,21
Buscai o Senhor, já que ele se deixa encontrar; invocai-o, já que está perto. Renuncie o malvado a seu comportamento, e o pecador a seus projetos; volte ao Senhor, que dele terá piedade, e a nosso Deus que perdoa generosamente. Pois meus pensamentos não são os vossos, e vosso modo de agir não é o meu, diz o Senhor; mas tanto quanto o céu domina a terra, tanto é superior à vossa a minha conduta e meus pensamentos ultrapassam os vossos. Isaías 55,6-9
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
TESTEMUNHO DE GLORIA POLO
TESTEMUNHO DE GLORIA POLO
Extraído de uma das entrevistas feitas à Dra. Gloria Polo na Rádio Maria (Colômbia).
Irmãos! Realmente é muito lindo poder estar aqui compartilhando esse maravilhoso presente que o Senhor me deu há mais de 10 anos. Isso aconteceu em 8 de maio de 1995 na Universidade Nacional de Bogotá. Eu e um sobrinho estávamos nos especializando em odontologia e tínhamos que buscar uns livros na Faculdade de Odontologia numa sexta-feira à tarde. Meu esposo estava conosco. Estava chovendo muito forte, eu e meu sobrinho estávamos debaixo de um pequeno guarda-chuva e meu esposo tinha sua jaqueta impermeável e se aproximou da parede da Biblioteca Geral, e nós, enquanto saltávamos as poças d’água, sem perceber nos aproximamos de umas árvores. Quando fomos saltar uma grande poça, caiu um raio sobre nós. Nos deixou carbonizados e meu sobrinho faleceu ali. Ele era um rapaz, apesar da pouca idade, muito entregue ao Senhor e era muito devoto do Menino Jesus. Ele usava uma medalhinha do Menino Jesus no peito, dentro de uma moldura de cristal. Segundo o laudo, o raio entrou através da medalha e atingiu-lhe o coração, queimando-o por dentro e saindo pelo pé, mas por fora ele não se carbonizou, nem se queimou. Por outro lado, o raio entrou em mim pelo braço, me queimou de forma espantosa todo o meu corpo, por fora e por dentro. Isso que estão vendo aqui, este corpo reconstituído, é misericórdia de Nosso Senhor. Fui carbonizada, fiquei sem seios, praticamente me desapareceu toda minha carne e minhas costelas, o ventre, as pernas... o raio saiu pelo meu pé direito, me carbonizou o fígado, se queimaram os rins, os pulmões... Eu usava DIU, de maneira que o T de cobre, bom condutor elétrico, me carbonizou, me pulverizou os ovários, tive uma parada cardíaca, fiquei ali, sem vida, meu corpo pulava por causa da eletricidade que ficou por todo este local. Mas vejam, esta é só a parte física. A parte mais bonita, a parte mais linda, é que enquanto meu corpo estava ali carbonizado, eu, neste instante, me encontrava dentro de um lindo túnel branco, era uma delícia, uma paz, uma felicidade que não há palavras humanas para descrever a grandeza deste momento, era um êxtase imenso, eu ia muito feliz, nada me pesava dentro deste túnel, olhei ao fundo desse túnel e havia como um sol, uma luz lindíssima. Eu digo que é branco para colocar uma cor, mas nenhuma das cores é comparável humanamente a essa luz maravilhosa. Eu sentia a fonte de todo esse Amor, dessa paz...
Quando eu vou subindo, digo... “Quarta-feira! Eu morri!” E nesse instante penso nos meus filhos e digo: “Ai meu Deus, meus filhos! O que vai ser deles? Essa mãe tão ocupada, nunca teve tempo para eles.” Aí me dou conta da minha realidade de vida e me sinto triste. Saí de minha casa para transformar o mundo e meu lar, meus filhos, pareciam demais para mim.
Neste instante de vazio pelos meus filhos, dou uma olhada e vejo algo belo... Meu corpo já não estava nas medidas de tempo nem de espaço daqui da Terra, e vi todas as pessoas num mesmo instante, num mesmo momento, todas as pessoas, as vivas e as mortas e abracei os meus bisavós. Abracei meus pais que já haviam falecido, abracei a todos e foi um momento pleno e maravilhoso. Aí me dei conta de que havia caído por terra a teoria da reencarnação e eu via meu avô, meu bisavô, eles me abraçaram por um momento e encontrei com todas as pessoas que tiveram a ver comigo em minha vida, em todo lugar, ao mesmo instante. Só minha filha de 9 anos (que estava viva) que se assustou quando a abracei, ela sim sentiu meu abraço. Não havia passado nada de tempo nesse momento tão lindo, e que maravilha estar sem o corpo! Já não via as coisas como antes, quando só olhava se alguém era gordo, ou magro, ou feio, ou negro, sempre olhando com critérios. Não era assim quando não tinha meu corpo humano. Eu podia ver o interior das pessoas, como é lindo poder ver o interior das pessoas! Ver nelas seus pensamentos, seus sentimentos. Abracei a todos em um instante e, no entanto, eu continuava subindo e subindo, cheia de alegria. Quando senti que ia desfrutar de uma vista fantástica onde havia no fundo um lago belíssimo, neste mesmo instante, ouço a voz do meu esposo, ele chora e com um grito profundo e cheio de sentimento me grita: “O que aconteceu? Gloria! Por favor, não se vá! Volte, Gloria! As crianças, Gloria! Não seja covarde!” Neste instante, dou uma olhada como que global e o vejo chorando, com muita dor e então o Senhor me concede regressar. Eu não queria vir, de tanta alegria, paz e felicidade. Então, comecei a descer devagar, buscando meu corpo e me encontrei sem vida. Meu corpo estava na maca da enfermaria da Universidade Nacional de Enfermagem, via como os médicos davam choques elétricos em meu coração para me salvar da parada cardíaca. Durante duas horas e meia fiquei ali jogada, porque não podiam nos levar dali porque “lhes passávamos corrente” a todo mundo, até que finalmente deixamos de “passar corrente” e puderam nos atender. Começaram a me reanimar. Eu cheguei e pus os meus pés aqui no topo de minha cabeça e com violência uma faísca entrou em mim. Eu entrei no meu corpo, me doeu muito entrar e senti que saíam faíscas por todos os lados. Eu sentia encapsular-me nisto “tão pequenininho”. E a dor que sentia, minha carne queimava, como me doía! Saía fumaça e vapor. E a dor mais terrível, a dor de minha vaidade. Eu tinha critérios para tudo, era uma mulher executiva, era a intelectual, a estudante, a escravizada pelo corpo, escrava da beleza e da moda: 4 horas diárias de exercícios aeróbicos. Escravizada para ter um corpo bonito. Massagens, dietas, bem... de tudo o que possam imaginar, essa era minha vida. Uma rotina de escravidão por um belo corpo. E eu dizia: Bem...se tenho seios bonitos é para mostrar, assim como minhas pernas, porque sentia que tinha pernas esculturais, assim como os seios, e num instante via tudo com horror. Toda uma vida cuidando do corpo. Isso era o centro da minha vida, o amor ao meu corpo. E já não havia corpo. Nem seios. Havia uns buracos impressionantes em todo o seio esquerdo, estava praticamente desaparecido, e minhas pernas, era o mais terrível, havia pedaços vazios e sem carne, tudo preto, carbonizado...
Dali me levaram ao Seguro Social, rapidamente me operaram e começaram a raspar todos os meus tecidos queimados. Quando estou anestesiada, volto a sair do meu corpo. Estava olhando o que faziam os médicos com o meu corpo. Estava preocupada com minhas pernas. De repente aconteceu algo terrivelmente horroroso. Porque conto a vocês, irmãos, eu fui uma “Católica Dietética” durante toda a minha vida. Minha relação com o Senhor era uma eucaristia aos domingos, em missas de 25 minutos, onde o padre falasse menos, porque que desespero e que angústia! Essa era minha relação com Deus. E como essa era a relação que eu tinha com Deus, todas as correntes do mundo me arrastavam como um cata-vento, a ponto de que quando já estava me especializando nos estudos, o mundo me dizia que o inferno não existia, que os diabos não existiam. Medo? Quem disse? Mas vergonhosamente confesso que a única coisa que me mantinha na igreja era o medo do diabo. Quando me diziam que não existe, que luta! E eu dizia: “Bem...Todos vamos para o Céu, não importa como somos.” Então, isso terminou afastando-me de uma vez do Senhor. O pecado não ficou só em mim e começo a piorar ainda mais minha relação com o Senhor. Começo a dizer a todo mundo que os demônios não existem, que são invenção dos padres, que são manipulações. Com meus companheiros da Nacional, comecei a acreditar no conto de que Deus não existia e que éramos produto da evolução. Vejam, quando me vejo neste instante, que susto terrível! Vejo uns demônios que vêm buscar seu pagamento: Eu! Nesse instante, começo a ver como da parede do centro cirúrgico começam a brotar muitíssimas pessoas. Aparentemente pessoas comuns, mas com um olhar de ódio tão grande, um olhar espantoso, e me dou conta que neste instante que em meu corpo há uma sabedoria especial e percebo que devo algo a todos eles, que o pecado não foi grátis e que a principal infâmia e mentira do demônio foi dizer que não existia, e vejo que vêm ao meu encontro e começam a me rodear e querem me levar. Vocês façam idéia do susto, do terror que senti. Essa mente científica e intelectual já não me servia de nada. Eu caía ao chão, tentava voltar para dentro do meu corpo, mas minha carne não me recebia. Neste susto tão terrível, saí correndo e não sei em que instante atravessei a parede do centro cirúrgico. Eu pretendia me esconder pelos corredores do hospital, mas quando passei pela parede do centro cirúrgico... “zas”, dei um salto no vazio...
Entrei por uma quantidade de túneis que vão para baixo. No princípio tinham luz e eram luzes como colméias de abelhas, onde havia muitíssima gente. Mas eu vou descendo e a luz vai se perdendo e começo a andar nos túneis de trevas espantosas e quando chego a umas trevas, essas não se coparam com as trevas que conhecemos. Imagine que o mais escuro do escuro que conhecemos se parece à luz de meio-dia comparado a essas trevas que vi. Não se pode comparar. Elas mesmas ocasionam dor, horror, vergonha e cheiram mal. E eu termino essa descida por entre todos os túneis e chego desesperada a uma parte plana... Essa vontade de ferro que eu dizia que tinha, onde me sentia capaz de tudo, já não me servia de nada. Eu queria subir, mas não podia, e estava ali. Vejo como nesse piso se abre uma boca enorme e sinto um vazio impressionante em meu corpo, um abismo ao fundo inenarrável, porque o mais espantoso desse oco era que não se sentia nem um pouco o Amor de Deus, nem uma gota de esperança e esse oco tem algo que me suga para dentro e eu grito aterrorizada. Eu sabia que se entrasse aí, minha alma estaria morta. Esse horror era tão grande e quando estou entrando, algo me sustenta pelos pés. Meu corpo entrou neste oco, mas meus pés estavam sustentados para cima. Foi um momento muito doloroso e terrível. Vejam só... Meu ateísmo ficou pelo caminho e comecei a gritar: “Almas do purgatório! Por favor, me tirem daqui!” Quando eu estava gritando, foi um momento de uma dor imensa, porque me dou conta de que aí se encontram milhares e milhares de pessoas neste oco, sobretudo jovens, e com dor me dou conta que começo a escutar ranger de dentes, com uns gritos e lamentações que me estremeciam. Muitos anos me custaram para assimilar isso, porque eu me punha a chorar cada vez que me lembrava do sofrimento destas pessoas, e percebo que ali estavam todas as pessoas que em um segundo de desespero se haviam suicidado e estavam nestes tormentos com todas as coisas que ai se encontravam, mas o mais terrível destes tormentos é a ausência de Deus. Não se sentia o Senhor. Nessa dor, começo a gritar: “Quem se equivocou? Olhem como sou santa! Jamais roubei, eu nunca matei, eu fazia compras para os pobres, eu extraía dentes de graça ajudando os que necessitavam. O que faço aqui? Eu ia à Missa aos domingos, apesar de que me considerasse atéia, nunca faltei, se faltei cinco vezes à Missa em toda a minha vida foi muito. Eu era alma que sempre ia à Missa. E o que faço aqui? Eu sou católica, por favor, eu sou católica, tirem-me daqui!” Quando estou gritando que sou católica, vejo uma pequena luz. Entendam que uma luz nestas trevas é o maior presente que alguém poderia receber. Vejo umas escadas por cima deste oco, vejo meu pai, que havia falecido cinco anos atrás, ele estava quase atrás do oco, tinha um pouquinho de luz e quatro degraus mais acima vejo minha mãe, com muito mais luz e numa posição de oração. Quando os vi me deu uma alegria tão grande e comecei a gritar: “Paizinho, mãezinha, por favor, me tirem daqui, eu suplico, me tirem daqui!” Quando eles baixaram a vista e meu pai me viu ali... se houvessem visto que dor tão grande eles sentiram; neste lugar podemos sentir os sentimentos dos outros, podemos ‘ver’ essa parte e ‘vi’ essa dor tão grande. Meu pai começou a chorar e colocava as mãos na cabeça e tremia: “Minha filha, minha filha!” E minha mãe orava, então percebo que eles não podem me tirar dali e a dor que me inundava era sentir a dor que eles sentiam e estavam compartilhando essa dor comigo. Começo a gritar de novo: “Por favor, vejam, me tirem daqui, eu sou católica! Quem se enganou? Por favor, me tirem daqui!” E quando estou gritando pela segunda vez, se escuta uma voz, é uma voz doce, é uma voz que quando a escuto, se estremece toda a minha alma, e tudo se inundou de amor e de paz, e todas estas criaturas saíram apavoradas, porque elas não resistem ao Amor, nem à paz e eu sinto essa paz, e essa voz me diz: “Muito bem, se você é católica, diga-me os dez mandamentos da lei de Deus.”
E que golpe tão horrível! Ouviram? Eu sabia que eram dez, mas daí em diante, nada! “Quarta-feira! O que vou fazer aqui?” Minha mãe sempre me falava do primeiro mandamento de Amor. Finalmente me serviu para alguma coisa. Vamos ver como me sairei dessa, pensava... Tomara que não se lembrem dos demais mandamentos. Pensava em manipular a situação, como sempre costumava fazer por aqui, eu sempre tinha resposta para tudo, tinha a desculpa perfeita, e sempre me justificava e me defendia de tal maneira que ninguém perceberia o que eu não sabia. Então começo a dizer: “O primeiro: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”... “Muito bem” – e me dizem: “Você O tem amado?” E eu digo: “Sim, eu sim, eu sim!” E é quando me dizem: “Não!” Vejam, quando me disseram “não!”, aí sim senti a corrente elétrica daquele raio, porque eu não percebi em que parte me havia caído o raio, não sentia nada, e me dizem: “Não! Você não tem amado ao seu Senhor sobre todas as coisas, e muitíssimo menos ao seu próximo como a você mesma. Você fez um deus e o acomodou à sua vida só nos momentos de necessidade! Você se prostrava diante Dele quando era pobre, quando sua família era humilde, quando queria se tornar uma profissional! Aí sim todos os dias você rezava, e se prostrava tempos inteiros, horas inteiras suplicando ao seu Senhor! Orando e pedindo para que Ele a tirasse dessa pobreza e permitisse que fosse uma profissional , que fosse alguém! Quando tinha necessidade, ou queria dinheiro, então rezava um Rosário ao Senhor. Essa era a relação que você tinha com o Senhor!” Eu via ao meu Senhor de verdade com tristeza. Comento que minha relação com Deus era de ‘caixa automático’. Rezava um Rosário e tinha que aparecer dinheiro, essa era minha relação com Ele. E me mostram, tão logo o Senhor me permitiu que tivesse uma profissão, que começo a ter um nome e começava a ganhar dinheiro, então o Senhor já me parecia “pequenininho”, e já comecei a ficar orgulhosa, nem sequer expressava uma mínima relação de amor com o Senhor. Ser agradecida? Jamais! Nem sequer abria os olhos dizendo... ‘Senhor, obrigada por este dia, obrigada por minha saúde, pela vida dos meus filhos, pela minha casa, coitadinhos dos que não tem casa, nem comida, Senhor!’ Nada. Era muito mal agradecida. E a voz seguia dizendo... “Fora isso, você pos o Senhor num nível tão baixo, que acreditava mais em Mercúrio e Vênus para ter sorte, andava cegada pela astrologia, dizendo que os astros conduziam a sua vida. Começou a andar em todas as doutrinas que o mundo oferecia. Começou a acreditar que simplesmente você morria e voltava para recomeçar. Você se esqueceu da ‘Graça!’, que havia custado um preço de sangue ao seu Senhor.” Me fazem um exame dos Dez Mandamentos. Mostram-me que eu dizia que adorava, que amava a Deus com minhas palavras, mas na verdade eu adorava a Satanás. Porque em meu consultório chegava uma senhora que fazia ‘mandingas’, e eu dizia... ‘Eu não acredito nisso, mas pode fazer, porque se não fizer bem, mal tampouco fará.’ E ela começava a fazer suas ‘mandingas’ para dar boa sorte. Ela havia posto num canto onde não se podia ver uma penca de aloés com uma ferradura para afastar as más energias.
Olhem tudo isso, que vergonhoso! Fazem uma análise da minha vida sobre os dez mandamentos, me mostram como atuei com o próximo, como dizia a Deus que o amava quando ainda não havia me afastado Dele, quando ainda não havia começado a andar no ateísmo eu dizia: “Meu Deus, eu te amo!” Mas com essa mesma língua que eu louvava o Senhor, com essa mesma língua eu falava mal de todo mundo, criticava, apontava com o dedo, sempre a ‘santa Gloria’, e me mostravam que eu dizia que amava a Deus, mas era uma invejosa, mal agradecida, jamais reconheci todo o esforço e o amor, a entrega de meus pais para me dar uma profissão, para me levantar. “Tão rápido você alcançou uma profissão, mas até seus pais já não tinham importância, a ponto de chegar a se envergonhar de sua mãe, pela humildade e pela pobreza dela.”
E me mostram como esposa...Quem era? Passava todo o dia renegando, desde que me levantava. Meu esposo me dizia: “Bom dia!” E eu respondia: “Que bom dia? Não vê que está chovendo?” Eu o renegava o tempo todo. E com meus filhos? Mostram-me que nunca, jamais tive compaixão para com o próximo, por meus irmãos de fora. E o Senhor me dizia: “Você nunca pensou: coitadinhos dos doentes, Senhor! Dá-me a graça de poder acompanhá-los em sua solidão. As crianças que não tem mãe, os órfãos, quantas crianças sofrendo, Senhor!” ...Meu coração era de pedra...no exame dos dez mandamentos não passei nem meio. Terrível! Espantoso! Vivia um verdadeiro caos. Como que eu não havia matado e assassinado tanta gente? Por exemplo, eu fiz muitas compras de supermercado para as pessoas que necessitavam, mas não dava por amor, dava pela imagem, porque como eu era muito rica eu queria ‘fazer bonito’ diante dos outros e assim eu manipulava as pessoas.
E então eu dizia: “Toma, lhe dou essa compra, mas você me faz o favor e vá à reunião do colégio dos meus filhos, porque eu não tenho tempo de ir a essas reuniões.” E assim eu dava coisas a todo mundo, mas eu os manipulava, além disso eu adorava que houvesse um montão de gente atrás me mim me dizendo que eu era bondosa, que eu era uma santa. Eu me criei uma imagem! E me dizem: “É que você tinha um deus e esse deus era o dinheiro! Por ele você se condenou! Por ele você afundou no abismo e se afastou do Senhor.” Nós havíamos tido muito dinheiro, mas estávamos quebrados, endividadíssimos, havia acabado nosso dinheiro, então, quando me dizem do ‘deus dinheiro’ eu gritei: “Mas que dinheiro se deixei muitas dívidas lá na terra?”
Quando me falaram, por exemplo, do segundo mandamento, via que eu, pequenina, infelizmente aprendi que para evitar os castigos da minha mãe que eram bastante severos, aprendi que as mentiras eram excelentes e comecei a caminhar com o pai da mentira (Satanás), e comecei a ficar mentirosa e à medida que meus pecados iam crescendo, as mentiras iam aumentando. Percebia que minha mãe respeitava muito o Senhor e para ela o nome do Senhor era santíssimo, então eu pensei e disse: “Aqui tenho a arma perfeita.” E comecei a jurar em vão, e lhe dizia: “Mãe, eu juro por Deus!” e assim evitava os castigos. Imaginem, quando metia eu colocava o Santíssimo nome do Senhor nas minhas porcarias, na minha imundície, porque eu estava tão cheia de sujeira e de tanto pecado...
E vejam, irmãos, aprendi que as palavras não se perdem ao vento. Quando minha mãe ficava irredutível eu lhe dizia: “Mãe, que me parta um raio se estou mentindo!”, e a palavra vagou pelo tempo e vejam que por misericórdia de Deus eu estou aqui, porque na realidade o raio entrou em mim e me partiu praticamente ao meio e me queimou.
Mostravam-me como eu, que me dizia católica, era uma pessoa que não tinha palavra e sempre me antepunha ao Santo nome do Senhor.
Fiquei impressionada ao ver como o Senhor mostrava a todas as criaturas estas coisas espantosas e se prostravam ao chão, numa adoração impressionante. Vi a Santíssima Virgem prostrada aos pés do Senhor, orando por mim, numa extrema adoração, e eu, pecadora, desde minha imundície, cara a cara com o Senhor. Como fui ‘tão boa’, renegando e maldizendo o Senhor...
Sobre o santificar as festas, foi espantoso. Senti uma imensa dor. A voz me dizia que eu dedicava de quatro a cinco horas ao meu corpo e nem sequer dez minutos diários de profundo amor ao Senhor, de agradecimento ou de uma oração. Começava a rezar o Rosário com tamanha velocidade e eu dizia: “Nos comerciais da novela consigo terminar o Rosário”. Mostravam como nunca fui agradecida ao Senhor, e também me mostravam o que eu dizia quando me dava preguiça de ir à Missa: “Mas mãe, se Deus está em todo lugar, que necessidade tenho de ir à Missa?” Claro que era muito cômodo dizer isso; e a voz me repetia que eu tinha ao Senhor por vinte e quatro horas ao dia disponível para mim, e eu não rezava nem um pouquinho, nem agradecia no domingo. Dediquei-me a cuidar do meu corpo, me tornei escrava, e me esqueci de um detalhe, que tinha uma alma e que jamais cuidei dela, nunca a alimentei com a Palavra de Deus porque eu, muito comodamente, dizia que quem lia a Palavra de Deus ficava louco.
Quanto aos sacramentos, nada! Como que eu poderia me confessar com ‘esse velhos que eram piores que eu’? Para mim era muito cômodo não ir confessar, o maligno me tirou da confissão e assim foi como me afastou da cura e limpeza da minha alma, porque cada vez que eu cometia um pecado, não era grátis, Satanás punha dentro da brancura de minha alma a sua marca, uma marca de trevas. Jamais, só em minha primeira comunhão fiz uma boa confissão, daí por diante, nunca mais, e recebia o Senhor indignamente. Chegou a tal ponto a blasfêmia, a incoerência da minha vida, que cheguei a dizer: “Que Santíssimo? Deus está vivo num pedaço de pão? Estes sacerdotes deveriam comê-lo com um pouco de doce de leite, quem sabe ficaria mais saboroso”...até este ponto chegou a degradação da minha relação com Deus.
Jamais alimentei minha alma, e para completar, só sabia criticar os sacerdotes. Se tivessem visto como foi terrível isso, na minha família, desde muito pequenos, criticávamos os sacerdotes, começando pelo meu pai...diziam que são mulherengos e que têm mais dinheiro do que nós e repetíamos estas coisas. E nosso Senhor me dizia: “Quem você pensava que era para se fazer passar por Deus e julgar meus ungidos?”, me dizia: “Eles são de carne, e é a comunidade que faz a santidade de um sacerdote, rezando, amando e apoiando quando um sacerdote cai em pecado.” O Senhor me mostrava que cada vez que eu criticava um sacerdote, me tomavam uns demônios. Fora isso, quanto mal eu fiz quando acusei um sacerdote de homossexual e toda a comunidade se interou, não imaginam quanto dano causei.
Do quarto mandamento: honrar pai e mãe. O Senhor me mostrava como já lhes comentei, como fui mal agradecida com meus pais, como os amaldiçoava e os renegava porque não podiam me dar tudo o que minhas amigas tinham. Como fui uma filha que não valorizava o que tinha, cheguei a ponto de dizer que aquela não era a minha mãe, porque parecia muito pouco para mim.
Foi espantoso ver o resumo de uma mulher sem Deus e como uma mulher sem Deus destrói tudo o que lhe rodeia, e ainda por cima, o pior de tudo é que eu achava que era boa e santa! O Senhor também me mostrou como eu achava que me sairia bem neste mandamento, só pelo fato de haver pago as consultas médicas e os remédios dos meus pais quando ficaram doentes, também como eu analisava tudo através do dinheiro e como eu os manipulei quando tinha dinheiro. Até me aproveitei deles, o dinheiro me endeusou e eu os pisoteei. Sabem o que me doeu? Ver meu pai chorando com tristeza, apesar de tudo ele havia sido um bom pai, que me havia ensinado a ser trabalhadora, empreendedora, e que devia ser honesta, porque só aquele que trabalha pode progredir. Mas ele se esqueceu de um detalhe, que eu tinha uma alma e que ele era um evangelizador com seu testemunho e como toda a minha vida começou a afundar por causa de tudo isso. Via o meu pai com dor quando era mulherengo, ele era feliz dizendo à minha mãe e a todo mundo que ele era ‘muito macho’ porque tinha muitas mulheres e que podia com todas, e que ademais fumava e bebia. Estes vícios o faziam sentir-se orgulhoso, pois ele não pensava que eram vícios, mas sim virtudes. Comecei a ver como minha mãe se cobria de lágrimas quando meu pai começava a falar das outras mulheres. Comecei a me encher de raiva, de ressentimento e começo a ver como o ressentimento leva à morte espiritual, sentia uma raiva espantosa de ver como meu pai humilhava minha mãe diante de todo mundo. Fiquei rebelde e disse á minha mãe: "Eu nunca serei como você, por isso nós mulheres não valemos nada, por culpa de mulheres como você, sem dignidade, sem orgulho, que se deixam pisotear pelos homens.” Quando já estava maior eu dizia ao meu pai: “Preste atenção pai, jamais vou permitir que um homem me humilhe como você humilha a minha mãe, se um homem chegar a ser infiel comigo, eu me separo.” Meu pai me bateu e me disse: “Como se atreve?” Meu pai era muito machista e eu lhe disse: “Então me bata e me mate se eu chegar a me casar e tiver um marido infiel. Eu me separo, para que os homens entendam como sofre uma mulher quando um homem a pisoteia.” Esse ressentimento e essa raiva tomaram conta de mim, e quando já tinha algum dinheiro, comecei a dizer à minha mãe: “Sabe de uma coisa? Separe-se do meu pai. Eu gosto muito dele, mas é impossível que você agüente um homem assim, seja digna, você tem que se dar valor, mãe.” Imaginem! Eu queria divorciar meus pais. Minha mãe me dizia: “Não filha, não é que não me doa, sim me dói muito, mas eu me sacrifico porque vocês são sete filhos e eu sou só uma. Eu me sacrifico porque afinal seu pai é um bom pai, e eu seria incapaz de ir e deixá-los sem pai, ademais, se eu me separo, quem vai orar para que seu pai se salve? Sou eu quem pode orar para que seu pai encontre a salvação, porque a dor e o sofrimento que ele me ocasiona eu uno às dores da cruz, e todos os dias digo ao Senhor; ‘esta dor não é nada unida à tua cruz, me permita que meu esposo se salve, assim como meus filhos.’ Eu não entendia isso. E sabem do que mais? Me deu tanta raiva... e isso fez com que minha vida mudasse e fiquei muito rebelde e comecei a me empenhar para defender os direitos da mulher. Comecei a defender o aborto, a eutanásia, o divórcio e a defender a lei de Talião, aquela que diz ‘olho por olho, dente por dente’. Nunca fui infiel fisicamente, mas prejudiquei muita gente com meus conselhos.
Quando chegamos ao quinto mandamento, o Senhor me mostrava que eu era uma assassina espantosa e que cometi o que é pior e mais abominável diante dos olhos de Deus, o aborto. O poder que me deu o dinheiro me serviu para financiar vários abortos, porque eu dizia: “A mulher tem direito a escolher quando quer ficar grávida ou não.” Olhei o Livro da Vida e me doeu tanto quando vi uma menina de catorze anos abortando. Eu a havia ensinado, porque sabem que quando uma pessoa está envenenada, nada fica bom e tudo o que está ao redor dela se envenena. Umas meninas, três sobrinhas minhas e a namorada do meu sobrinho abortaram. Deixavam-nas ir à minha casa porque eu tinha dinheiro. Eu as convidava, falava de moda, de glamour, de como exibir o corpo. Minha irmã as mandava aí. Olhem como eu as prostituí, prostituí menores, que foi outro pecado espantoso depois do aborto, porque eu lhes dizia: “Não sejam bobinhas minhas filhas, suas mães lhes falam de virgindade e de castidade, mas estão fora de moda, elas falam de uma Bíblia que foi escrita há mais de dois mil anos, e os sacerdotes não quiseram se modernizar, elas falam o que dizia o Papa, mas esse Papa está fora de moda.”
Imaginem meu veneno e eu ensinei a estas meninas que tinham que aproveitar, desfrutar do corpo, mas que tinham que se prevenir. Ensinei-lhes os métodos de planificação. “Mulher perfeita”, e essa menina de catorze anos, namorada do meu sobrinho chega um dia ao meu consultório chorando (eu vi no Livro da Vida) e me diz: “Gloria! Ainda sou criança e estou grávida!”, e eu lhe disse: “Tonta! Eu não lhe ensinei a se prevenir?” E então ela me disse: “Sim, mas não funcionou”. Então olhei, e o Senhor me colocava essa menina diante de mim para que não se afundasse no abismo, para que não fosse abortar, porque o aborto é uma corrente que pesa tanto, que arrasta e pisoteia, é uma dor que nunca se acaba, é o vazio de haver sido um assassino. E o que foi pior para essa menina, foi que em vez de falar-lhe do Senhor, lhe dei dinheiro para que fosse abortar num lugar muito bom para que não a prejudicassem. Assim como este aborto financiei vários outros. Cada vez que o sangue de um bebê se derrama, é como um holocausto a Satanás, é um holocausto, ao Senhor lhe dói muito e se estremece cada vez que se mata um bebê, porque no Livro da Vida, vi como nossa alma se apodera de nosso corpo tão somente quando se tocam o óvulo e o espermatozóide, surgindo como uma faísca linda de luz colhida do Sol de Deus Pai. O ventre de uma mãe, tão somente é fecundado e já se ilumina com o brilho dessa alma e quando se aborta, essa alma grita e geme de dor, ainda que não tenha olhos, nem um corpo formado, se escuta este grito quando lhe estão assassinando e o Céu se estremece e no inferno se escuta outro grito, mas de júbilo, e imediatamente do inferno, se abrem uns tipos de selos de onde saem umas larvas para seguir assediando a humanidade, e seguir fazendo-a escrava da carne e de todas estas coisas que existem e que estarão cada dia pior. Quantos bebês são mortos por dia? Isso é um triunfo para Satanás. Esse preço de sangue forma mais um demônio, então me lavam neste sangue e minha alma branca começou a ficar absolutamente escura. Depois dos abortos, perdi a convicção do pecado, para mim estava tudo bem. Foi triste ver como que neste compromisso com o maligno, pude ver todos os bebês que eu havia matado também, e sabem por que? Eu planificava com o uso do DIU (T de cobre) e foi doloroso ver quantos bebês haviam sido fecundados, e se haviam brilhado essas faíscas do Sol de Deus Pai, mas estes bebês, gritando, se desgarraram das mãos de Deus Pai. Era a razão que explicava meu constante mau humor, caras feias, vivia frustrada com todos e com muita depressão. Claro! Eu havia me tornado uma máquina de matar bebês. E isso me afundou mais no abismo... e pensava: “Como que não havia matado?” E o que dizer de cada pessoa que eu odiava, que eu detestava? Continuava sendo uma assassina, porque não é só com um disparo que se mata uma pessoa, basta odiá-la, fazer-lhe o mal, ter inveja dela, como isso já se pode matá-la.
Quanto ao sexto mandamento, de não pecar contra a castidade, eu disse: “Aqui não vão me falar de nenhum amante, porque por toda a vida só tive um homem que é meu esposo”. Quando me mostram que cada vez que eu estava com meus seios a mostra e meu corpo com minhas roupas insinuantes, estava incitando os homens a que me olhassem e tivessem maus pensamentos, e eu os fazia pecar e assim foi como entrei no adultério. Eu aconselhava as mulheres a serem infiéis com seus esposos e lhes dizia: “Não sejam bobas, divorciem-se, não os perdoem.” Já com isso estava cometendo um abominável adultério. E me dei conta que os pecados da carne são espantosos e são condenatórios, mas o mundo nos incita a atuarmos como animais. Infelizmente me soltei da mão do Senhor, porque os pecados estão nos pensamentos, na alma e na ação de cada pessoa. Foi tão doloroso ver todo esse pecado, por exemplo, esse pecado do adultério do meu pai, que causou dano e desgarrou seus filhos. A mim me causou ressentimento contra os homens, e meus irmãos se transformaram em três fiéis fotocópias do meu pai, felizes por serem ‘muito machos’, mulherengos e alcoólatras... Eles não percebiam como prejudicavam seus filhos. Por isso meu pai chorava, com tanta dor, vendo como seu pecado havia sido herdado por eles, por mim, prejudicando assim toda a obra de Deus.
O sétimo mandamento, o de não roubar, eu me considerava honesta, e o Senhor me mostrava como desperdiçávamos comida em minha casa. O mundo padecia de tanta fome, e Ele me dizia: “Eu tinha fome, e veja o que você fazia com o que eu te dava, desperdiçava tudo, eu tinha frio e olhe o que você fazia, escravizada pela moda, vivendo de aparências, gastando muito dinheiro em injeções para estar mais magra, escravizada pelo corpo. Em poucas palavras, você fez do seu corpo um deus.” O Senhor me mostrava que eu era culpada pela miséria do meu país e que sim, eu tinha a ver com isso. Também me mostrava que cada vez que eu falava mal de alguém, eu lhe roubava a honra e era difícil devolvê-la. Que era mais fácil reparar o roubo de um dinheiro, porque poderia devolver o valor roubado, do que restaurar o bom nome de uma pessoa. Eu me arrependia por não ter sido uma mãe carinhosa com meus filhos, por não haver ficado mais com eles em casa, por tê-los deixado tanto com a ‘mamãe televisão’, ‘o papai computador’, ou com os videogames e para acalmar minha consciência, lhes comprava roupas de marca. Mas me horrorizou ver minha mãe que se questionava, - e minha mãe foi uma santa mãe, que nos corrigia e nos amava, assim como meu pai -, e pude ver quando ela disse: “O que será de mim que nunca consegui dar nada para os meus filhos?” Que espanto, que dor tão grande...
Senti muita vergonha, porque no Livro da Vida a pessoa vê tudo como num filme, e meus filhos diziam: “Tomara que a mamãe demore, que tenham muito trânsito, porque ela é muito chata e só vive reclamando.” Que tristeza um menino de três anos e uma menina um pouco maior dizendo estas coisas...eu lhes roubei a sua mãe, lhes roubei a paz que eu daria à minha casa e não lhes deixei conhecer a Deus através de mim, e não lhes ensinei a amar o próximo. Se eu não amo ao meu próximo, eu não tenho nada a ver com o Senhor, se não tenho misericórdia, não tenho laços com o Senhor. Porque Deus é Amor...
Vou lhes falar sobre levantar falsos testemunhos. Eu sabia mentir muito bem e Satanás se tornou meu pai. Se Deus é Amor e eu odeio, então, quem é meu pai? Não era difícil de adivinhar e se Deus me fala do perdão e de amar meus inimigos eu dizia, “quem me prejudica, me paga!” Então, quem era meu pai? Se Deus é a verdade e Satanás é a mentira, quem era meu pai? Não há mentira rosa, nem amarela, nem verde, todas as mentiras são mentiras, e Satanás é o pai de todas elas. Tão terríveis foram os pecados da minha língua. Eu vi quanto dano causei com a minha língua. Eu fofocava, quando falava mal dos outros, causava complexos de inferioridade às pessoas gordinhas pondo-lhes apelidos pejorativos. Uma palavra mal dirigida sempre termina numa ação e causa dano.Quando me fazem o exame dos dez mandamentos, pude ver a cobiça que tomava conta de mim. Eu pensava que seria feliz tendo muito dinheiro e passei a ter uma obsessão por ficar rica. Que tristeza. Quando tive muito dinheiro, foi o pior momento que viveu minha alma, a ponto de querer me suicidar. Tinha tanto dinheiro e me sentia sozinha, vazia, amargurada e frustrada. A cobiça de desejar ter muito dinheiro foi o caminho que me levou pela mão e me extraviei, me soltei da mão do Senhor. Depois desse exame dos dez mandamentos, me mostram o Livro da Vida, lindo, eu queria ter palavras para descrever “O Livro da Vida”. Começou desde a concepção, assim que se uniram o par de células dos meus pais. De imediato houve um ‘zas’, uma faísca, uma linda explosão e se formou minha alma, colhida da mão de Deus Pai, encontrei um Deus Pai tão lindo, que me cuidava 24 horas por dia e o que eu via como um castigo, nada mais era que Amor, porque Ele consegue ver minha alma e percebia como eu ia me afastando da Salvação. Para terminar, vou lhes dar um exemplo de como é maravilhoso o “Livro da Vida”. Eu era muito hipócrita e eu dizia a alguém: “Nossa! Como você está linda, que vestido lindo!” Mas por dentro, em meus pensamentos eu dizia: “Que mulher mais asquerosa, e ainda se acha uma rainha!” Nesse livro se podia ver exatamente como eu pensava, se podia ver o interior de minha alma. Todas as minhas mentiras ficaram à vista, vivas, todo mundo se deu conta. Quantas vezes eu menti para minha mãe porque ela não me deixava sair a lugar nenhum, então dizia que tinha que fazer um trabalho em grupo na biblioteca, mas saía para ver algum filme pornográfico ou ia a algum bar tomar cerveja com minhas amigas. E lá estava minha mãe, vendo minha vida, nada escapou.
Meus pais me davam banana para levar de lanche na escola. Meus pais eram pobres e só podiam me dar banana, leite e algum petisco para colocar na lancheira. Eu comia a banana e jogava a casca pelo caminho. Nunca tive a consciência de que alguém poderia se ferir ou escorregar na casca de banana que eu costumava jogar no chão, e o Senhor me mostrou as pessoas que poderiam ter se matado por causa dessas quedas causadas por minha imprudência e falta de misericórdia. Também pude ver como só uma vez fiz uma boa confissão, bem feita. Foi quando uma senhora me deu 4.500 pesos a mais de troco num supermercado em Bogotá. E meu pai nos havia ensinado a sermos honestos e nunca tocar em nenhum centavo de ninguém. Então me dei conta quando já estava no carro. Estava a caminho do meu consultório e pensei... “Ai, essa velha distraída, essa tonta me deu 4.500 pesos a mais e agora tenho que voltar para devolver” e logo vi um engarrafamento gigante e disse: “Quer saber? Não vou devolver nada, quem mandou ela ser tão distraída?” Mas fiquei com a dor de ter feito isso, porque me pai me ensinou a ser honesta, então me confessei no domingo e disse: “Padre, eu roubei 4.500 pesos porque não os devolvi a uma senhora que se equivocou no troco.” Nem prestei atenção no que o padre me disse. O maligno não pode me acusar de ladra, mas sabem o que me disse o Senhor? Ele me disse: “Essa falta de caridade sua, quando não devolveu o dinheiro para aquela senhora não reparando o pecado cometido, 4.500 pesos para você não eram nada, mas para aquela mulher que ganhava um salário mínimo, significava a alimentação de três dias.” O mais triste foi quando me mostrou como sofreu, agüentando a fome um par de dias. Por minha culpa, passou fome com seus dois filhos pequenos, porque assim me mostra o Senhor, me mostra quando eu faço algo, quem sofreu, quem atua e como atua.
O Senhor me perguntou: “Que tesouros espirituais você me trouxe?” Minhas mãos iam vazias, não levava nada, minhas mãos iam absolutamente desocupadas. Foi então que me disse: “De que te servem os dois apartamentos que você tinha, as casas e consultórios? Você não se considerava uma profissional de muitíssimo êxito? Acaso pode trazer o pó de um tijolo até aqui? O que fez com os talentos que Eu te dei?” Talentos? Eu tinha uma missão. A missão de defender o reino de Amor. O reino de Deus. Eu me havia esquecido que tinha uma alma, e muito menos que tinha talentos, muito menos que o bem que deixei de fazer doeu muito ao Senhor. Sabem o que sempre me perguntava o Senhor? Sempre me perguntava sobre o Amor. Citava a falta de caridade pelo próximo. Ele me dizia que eu estava morta espiritualmente. Estava viva, porém morta. Se pudessem ver o que é a ‘morte espiritual’, como é uma alma que odeia...Como é uma alma espantosamente terrível de amargurada e fastidiosa, que faz mal a todo mundo... Quando uma pessoa está cheia de pecados, por fora tudo parece ser bonito e cheirar bem, com boas roupas, mas minha alma cheirava muito mal e vivia nos abismos. Isso justifica tanta depressão e amargura. Então o Senhor me disse: “É que sua morte espiritual começou quando você deixou de sentir dor pelos seus irmãos. Quando você via o sofrimento dos seus irmãos, era um alerta. Quando via nos meios de comunicação, dizendo que os mataram, que os seqüestraram, que os desalojaram, você dizia ‘da boca para fora’: ‘Coitadinhos! Que pecado!’ Mas isso não te doía por dentro. Você não sentia nada no coração, era uma pedra, o pecado te petrificou.
Quando se fecha o meu Livro, imaginem como era grande a minha tristeza. Quanta dor! Fora isso, por ter me comportado assim com Deus Pai, porque apesar de todos os meus pecados, apesar de toda a minha imundície e de toda a minha indiferença e de todos os sentimentos horríveis, o Senhor, sempre, até o último instante me buscou, sempre me enviava instrumentos, pessoas, me falava, me gritava, me tirava coisas para me buscar, ele me buscou até o último instante. Eu costumava dizer: “O Senhor me condenou”. Claro que não! No meu livre arbítrio eu escolhi quem seria o meu pai, e não foi Deus Pai. Escolhi Satanás, esse foi o meu pai, e quando esse Livro se fechou, vi em minha mente que estava de ponta-cabeça, porque começava a cair naquele buraco e depois deste oco ia se abrir uma porta. Então começo a ir, e começo a gritar a todos os santos, para que me salvassem. Vocês não têm idéia da quantidade de santos que eu vi, eu não tinha idéia de que havia tantos santos, eu era tão má católica. Pensava que dava na mesma que me salvasse São Isidro ou São Francisco de Assis, e quando acabaram todos os santos, veio o silêncio. Sentia um vazio, uma dor tão grande. E eu pensava: “Todos estão lá na terra dizendo: ‘como era santa!’”, esperando que eu morresse para me pedir um milagre. E olhem para onde vou! Levanto os olhos e vejo os olhos de minha mãe. Com muita dor eu lhe grito: “Mãezinha! Que vergonha! Me condenei, mãe, aonde vou? Nunca mais vou te ver...” E nesse momento lhe concederam a ela uma graça muito grande. Estava imóvel e lhe permitem mover seus dois dedos para cima e ela dá um sinal e saltam dos meus dois olhos duas crostas espantosamente dolorosas, era minha cegueira espiritual. Então, vejo um momento lindo, quando uma paciente me havia dito: “Olhe doutora, a senhora é muito materialista e um dia vai precisar Dele. Quando estiver em ambiente de perigo, qualquer que seja, peça a Jesus Cristo que a cubra com o Seu sangue, Ele nunca irá abandoná-la, porque Ele pagou um preço se sangue pela senhora.” E com essa vergonha tão grande e essa dor, comecei a gritar: “Jesus Cristo! Senhor, tenha compaixão de mim! Perdoe-me! Por favor, me dê uma segunda oportunidade!” E este foi o momento mais belo, não tenho palavras para descrever este momento. Ele baixa e me tira daquele oco. Quando Ele me recolhe, todas estas coisas caíram ao chão. Ele me levanta e me leva a uma parte plana, e me diz com todo esse Amor: “Vamos voltar, você vai ter uma segunda oportunidade” (...), e me diz que não é pela oração da minha família. Porque “é normal que eles orem e clamem por você, mas foi pela intercessão de todas as pessoas alheias ao seu sangue, que não te conhecem e choraram, oraram e elevaram seu coração com muitíssimo amor por você.” E começo a ver como se acendem uma porção de luzinhas que são como chaminhas brancas cheias de amor. Eu vejo as pessoas que estão rezando por mim! Mas havia uma chama grande, era a luz que mais brilhava. A que mais amor dava. Eu olhava quem era essa pessoa que me amava tanto. E o Senhor me diz: “Essa pessoa que você vê ali, é uma pessoa que te ama tanto, tanto, e nem sequer te conhece.” E me mostrava que essa pessoa havia visto a folha de jornal do dia anterior. Era um camponês de um povoado, bem pobre, que vivia ao pé da Serra Nevada de Santa Marta. O pobre homem comprou uma panela e a embrulharam numa folha do jornal “Espectador” do dia anterior. Minha fotografia onde eu aparecia toda queimada estava aí, ilustrando a matéria que falava sobre o acidente. Quando este homem viu a notícia, se pôs a chorar com um amor tão grande, e disse: “Pai, Senhor, tem compaixão desta minha irmãzinha. Senhor, salve-a! Se o Senhor salvá-la, prometo que irei ao ‘Santuário de Buga’ e cumpro a promessa, mas salve-a!” Imaginem um homem pobrezinho, não estava revoltado nem amaldiçoando porque passava fome, com essa capacidade de amor para se oferecer a atravessar todo o país por alguém que não conhecia. E o Senhor me disse: “Isso é Amor ao Próximo” (...) e logo me disse: “Você vai voltar, mas não vai contar o que viu 1000 vezes, mas sim 1000 vezes 1000. E ai daqueles que ouvindo, não decidam mudar de vida. Porque eles serão julgados com mais severidade. Assim como você será em seu segundo regresso. Que prestem atenção os ungidos, que são seus sacerdotes, ou qualquer um deles, porque não há pior surdo que aquele que não quer ouvir, nem pior cego que aquele que não quer ver.” E isto, meus queridos irmãos, não é uma ameaça, O Senhor não necessita nos ameaçar, esta é a segunda oportunidade que vocês têm, e graças a Deus que vivi o que vivi! Porque quando lhes abram o Livro da Vida a cada um de vocês, quando cada um de vocês morra, vamos ver este momento, de igual maneira, e vamos nos ver tal como estamos, vamos ver nossos pensamentos e nossos sentimentos na presença de Deus, e o mais bonito é que cada pessoa verá o Senhor em frente de cada um de nós, outra vez perguntando o que lhe temos a oferecer.
Que o Senhor abençoe a todos grandemente.
Glória a Deus! Glória a Nosso Senhor Jesus Cristo!
Fonte: gloriapolo.com
http://www.i-h-s.eu/www/gloria/htdocs/mensajepo.html